4 bilhões de pessoas ainda não tem acesso à internet

O Banco Mundial lançou um estudo que revela que, apesar dos avanços tecnológicos e do aumento da penetração de aparelhos digitais, cerca 60% da população mundial não possui acesso a . O Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 2016: dividendos digitais, de autoria dos co-diretores Deepak Mishra e Uwe Deichmann, detalha a distribuição da inclusão digital no mundo – e o resultado  não é dos mais animadores.

De acordo com os dados divulgados pelo Banco Mundial, 6 bilhões de pessoas não possuem conexão de banda larga, 4 bilhões estão fora da internet, 2 bilhões não têm aparelhos celulares e 400 milhões não possuem sequer sinal digital na região onde moram. O “campeão” da exclusão digital é a Índia, com mais de 1 bilhão de pessoas offline, seguido pela China, com 755 milhões de desconectados.

“As tecnologias digitais estão transformando o mundo dos negócios, trabalho e governo”, disse Jim Yong Kim, presidente do Grupo do Banco Mundial. “Temos de continuar a conectar todos e deixar ninguém para trás, porque o custo das oportunidades perdidas é enorme. Mas para que os dividendos digitais sejam amplamente compartilhados entre todas as partes da sociedade, os países também precisam melhorar o clima de negócios, investir na educação e na saúde das pessoas, e promover a boa governança”.

Apenas 1,1 bilhão de pessoas têm acesso à internet em alta velocidade o que representa 15% da população do planeta. O ainda apresentou um gráfico interessante: como seria o mapa mundi se cada país tivesse o tamanho proporcional à sua população conectada? O resultado é esse:

WEB

O Brasil, segundo o estudo, possui uma população de 98 milhões de pessoas fora da internet. Esse número, entretanto, foi contestado pelo Governo Federal. Para o Ministério das Comunicações, o dado chama a atenção devido ao tamanho da população brasileira, estimada em 204 milhões de pessoas. Segundo a Secretaria de Telecomunicações do ministério, 55% dos brasileiros com pelo menos 10 anos de idade são usuários de internet.

“Logo, de acordo com esses dados, somos 96,4 milhões de usuários e 78,9 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade offline. Este último número é consideravelmente inferior à estimativa apresentada no estudo do Banco Mundial, mas, ainda assim, representa um grande contingente de pessoas sem acesso à de Internet”, diz o ministério.

Fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/

Sefaz/AM apresenta primeiro aplicativo emissor gratuito de NFC-e para tablet

Novo aplicativo para tabletsNovo aplicativo para tablets

A Samsung e a Secretaria de Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM) apresentam ao mercado o primeiro aplicativo gratuito para a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) em computadores tipo tablet. O software está em fase final de testes pelo instituto de desenvolvimento tecnológico da multinacional coreana no Polo Industrial de Manaus (PIM), o Sidia, e estará voltado, sobretudo, às 21 mil micro e pequenas empresas com cadastros ativos no Estado.

A primeira demonstração do programa será feita durante a 3ª Feira do Empreendedor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AM), que será lançada nesta quarta-feira e se estenderá até o próximo domingo, no Clube do Trabalhador do Serviço Social da Indústria (Sesi), no bairro Aleixo. O programa é totalmente intuitivo e não só permitirá a emissão da nova nota fiscal em uma base móvel, o tablet, mas também auxiliará o micro e pequeno empresário a aperfeiçoar os controles de suas vendas.

O software foi desenvolvido pelo Sidia a partir de uma demanda da Sefaz, que iniciou a implantação da NFC-e de forma pioneira no País, ainda em 2013. A nova tecnologia de emissão da nota fiscal ao consumidor é totalmente eletrônica e traz vantagens ao contribuinte, ao consumidor e ao fisco estadual. Até janeiro de 2015, todo o comércio varejista de Manaus estará utilizando a NFC-e. Da fase de adesão voluntária à nova sistemática até este mês, 1.367 estabelecimentos já estão emitindo o novo documento fiscal, com um total de 3,8 milhões de NFC-es lançadas no Estado.

O comerciante varejista tem economia por não precisar mais manter ou adquirir um Emissor de Cupom Fiscal (ECF), ao custo entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, da mesma forma que não precisa mais validar os ECFs de sua loja. Basta ter um computador, uma impressora a laser comum e um programa que fará a comunicação das vendas do estabelecimento ao banco de dados da Sefaz.

“Já o consumidor poderá receber suas notas fiscais em papel ou em meio digital, como preferir, atravéspor meio de mensagens de texto, em seu e-mail ou ainda consultar o documento, aem qualquer tempo, no portal da NFC-e, no site da Sefaz (www.sefaz.am.gov.br). Para isso,é preciso identificar a nota com o número do CPF no ato da compra”, acrescenta o coordenador de implantação da NFC-e no Amazonas, e um dos coordenadores do projeto no País, o auditor fiscal da Sefaz-AM Luiz Dias.

Na avaliação da direção do instituto de tecnologia da Samsung, que utilizou recursos da Lei de Informática para desenvolver o aplicativo, o software vai ao encontro da política da multinacional, que é de promover cidadania aos mercados onde atua. “Quanto melhor o ambiente de negócios onde atuamos, melhor para a sociedade, melhor para o crescimento da empresa. Esse aplicativo atende nossa filosofia, que também é de proporcionar o desenvolvimento sócio e econômico local”, destaca a direção do Sidia.

Para o secretário de Estado da Fazenda do Amazonas, Afonso Lobo, o aplicativo da Samsung fortalece a política do Estado de investimentos em tecnologia da informação, que tem tornado os controles do fisco mais eficientes ao mesmo tempo emque
proporciona facilidades e menos burocracia aos contribuintes. “Esperamos contar com essa parceria em outros projetos, assim como a parceria com a Suframa, que autorizou a aplicação dos recursos da Lei de Informática nesse projeto”, considera.

Na avaliação do superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira, a sinergia entre as equipes da Sefaz e do Sidia foi o diferencial que resultou no aplicativo que contribuirá para o desenvolvimento da economia local, com possibilidade de ser utilizado por outros Estados que estão implantando a NFC-e. “Esse é um produto (software) que atende interesses sociais e que irá gerar novas oportunidades de negócios”, avalia o superintendente.

Vantagens do aplicativo

O aplicativo da Samsung para a emissão de NFC-e a partir de tablets é totalmente intuitivo, de fácil operação. Após três meses de desenvolvimento, o produto agora está sendo testado em campo, com o uso de internet 3G, para emissão do documento fiscal de qualquer parte da cidade.

Já a fase piloto, segundo o coordenador de desenvolvimento do software no Sidia, Wallison Coutinho, irá até julho. Nesse estágio, explica ele, o aplicativo será aperfeiçoado para que sua primeira versão seja lançada na loja de aplicativos da Samsung, a Samsung Apps, também em julho. “Vamos aproveitar ao máximo a fase piloto para aperfeiçoarmos o programa”, destaca ele.

O aplicativo também poderá funcionar com internet wi-fi. Mas o mais importante é que caso o comerciante não tenha sinal de internet no ato da venda, esta poderá ser processada e a nota fiscal emitida à Sefaz até 24h após a efetivação da mesma. É o que a Sefaz chama de prazo de contingência.

Na prática, o comerciante irá baixar o aplicativo gratuitamente na Samsun Apps para em seguida cadastrar sua empresa e os produtos que comercializa. E para facilitar o envio da NFC-e aos clientes por e-mail, o microempresário também pode cadastrar os endereços eletrônicos no mesmo programa.

Segundo o coordenador de desenvolvimento do aplicativo, um dos maiores desafios para se chegar à solução esperada pela Secretaria de Fazenda do Amazonas foi adequar o software àlegislação tributária, assim como garantir que o mesmo trabalhe com a certificação digital dos contribuintes. “Nesse aspecto, a consultoria técnica o apoio técnico dos auditores da Sefaz foi decisivo”, explica ele, que trabalhou com profissionais de design, de desenvolvimento e de testes, neste ultimo caso, uma contabilista.

Marco Civil da internet muda relação de consumo e dá mais direitos aos usuários

Lei sancionada na semana passada entra em vigor em 60 dias e dá mais direitos aos usuários

Do JC Online

 / Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

Apesar das dúvidas em torno da regulamentação, o Marco Civil da internet (Lei 12.965/2014), sancionado na semana passada, trouxe avanços para os consumidores, na opinião de especialistas. De forma geral, a principal mudança é que o usuário pagará pela velocidade contratada com o provedor, não pelo tipo de serviço ou site que acessa. Isso porque um dos princípios da proposta é garantir a neutralidade de rede, ou seja: o tráfego de qualquer dado deverá ser feito com a mesma qualidade e velocidade.

“Até então, os provedores podiam guiar o fluxo de acessos para um site. Por exemplo, um provedor poderia jogar para o site ‘x’ uma banda mais rápida do que a do ‘y’. Se um usuário tem uma experiência de navegação melhor com o ‘x’, vai privilegiá-lo. Agora, o pacote de dados terá de ser tratado de forma isonômica entre os sites”, alerta o advogado Caio Cesar Carvalho Lima, do Opice Blum Advogados Associados, escritório especializado em Direito Eletrônico. A partir da vigência da lei, portanto, não será mais possível acordo comercial para privilegiar uma página específica.

O texto prevê discriminação apenas em casos específicos, como priorização de serviços de emergência. Por exemplo, vários torcedores estão em um estádio assistindo a um jogo de futebol. O provedor poderá colocar um pacote de dados maior em um site que permite acionar uma ambulância do que para o site que está transmitindo a partida. As regras claras para estes casos devem ser determinadas quando a regulação, que ficará a cargo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), for publicada.

Além disso, o Marco Civil também determina que os provedores terão de garantir a qualidade da internet oferecida. O advogado conta que, até então, muitos contratos previam que a empresa pudesse oferecer apenas um percentual do pacote de dados contratado. Por exemplo, o internauta pagava por 10 Mb, mas o próprio contrato permitia ao provedor disponibilizar apenas 10% do total. Agora, o serviço deverá ser ofertado por completo, sem brechas.

Ainda seguindo o critério de neutralidade, as operadoras não poderão oferecer pacotes mais rápidos para acessar um determinado tipo de página, como redes sociais.

Quanto às promoções que dão acesso de graça a algum conteúdo, como ao Facebook, é preciso aguardar a regulamentação, avalia o advogado. É que outro princípio do Marco Civil é a garantia da privacidade do usuário. As empresas não poderão mais espiar, sem prévia autorização, o conteúdo acessado pelos usuários para fazer, por exemplo, marketing direcionado. “Como o provedor vai liberar o acesso gratuito ao Facebook, se ele não pode ver por onde o internauta navega?”, questiona o advogado.

Espera-se que a regulamentação seja publicada até junho, quando a nova lei entrará em vigor, já que foi dado um prazo de 60 dias para as empresas se adequarem.

Empresas francesas de TI estabelecem parcerias no Brasil

Soluções CPDO diretor da Cap Digital, mais importante cluster de tecnologia da informação (TI) da França,  Carlos Cunha, disse hoje (28) ver com grande entusiasmo a possibilidade de cooperação entre empresas brasileiras e francesas nessa área. “Porque as empresas brasileiras têm uma competência muito boa e estão interessadas  em parcerias com empresas francesas em uma lógica de win win [em que ambas as partes ganham]”, manifestou, em entrevista  à Agência Brasil.
Chama-se  cluster uma concentração de empresas que têm características semelhantes e coabitam no mesmo local. Dessa forma, elas colaboram entre si e se tornam mais eficientes.
A Cap Digital é uma das convidadas da  Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) no Projeto Carnaval que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promove este ano com o objetivo de estreitar relações entre importadores estrangeiros e empresas brasileiras, visando a fechar negócios.
A França é o quinto maior mercado  do mundo na área de TI. Carlos Cunha salientou que uma parceria entre as empresas de TI dos dois países poderá facilitar a entrada do Brasil no mercado europeu e vice-versa. “Empresas de software [programas de computador] brasileiras entendem  que na Europa, para entrar em certos mercados, é necessário certificação. E  parcerias com empresas francesas aceleram a possibilidade de integrar, em uma oferta  global, soluções tecnológicas brasileiras e entrar mais rapidamente no mercado europeu”.
Cunha organiza visitas de empresas francesas de TI ao Brasil desde 2008 e disse estar à procura agora de empresas brasileiras  que tenham interesse em colaborar com as companhias francesas de TI inovadoras. Ele adiantou que muitas  empresas francesas estão pensando em formar parcerias  no Brasil com empresas de médio e grande porte, mesmo que não sejam especializadas nessa área, “porque entendem que a TI vai criar valor agregado à sua oferta”.
O diretor enfatizou que a meta, no Projeto Carnaval 2014, é valorizar uma ação de cooperação tecnológica e inovadora em torno de um produto ou serviço digital. O cluster francês de TI está baseado em Paris e reúne  800 empresas. Na região, entretanto, existem identificadas quase 2 mil empresas da área, principalmente startups (empresa nova ou ainda em fase de constituição, que tem projetos promissores), ou grandes empresas.  “O nosso objetivo é fazer dessas empresas líderes nas suas áreas. Os nossos mercados são todos tradicionais. É a porcentagem do digital dentro do mercado  tradicional”.
Cunha destacou que o desafio no Brasil é sensibilizar os governantes sobre o valor do digital em uma economia moderna. “Porque na área da saúde, da educação, da energia, do transporte público, em todas as áreas,  o digital pode trazer ou traduzir-se em um acréscimo completo para os usuários. E também, criar valor econômico para as empresas que vendem  esses produtos ou serviços tecnológicos”.
O diretor acredita que a Copa do Mundo, que começará em junho, e os Jogos Olímpicos de 2016  constituem eventos importantes na história do Brasil, porque significarão um salto muito grande em nível tecnológico, para responder  ao padrão da oferta de serviços digitais exigido atualmente no mundo. “Reconhecemos também a qualidade da estrutura de formação,   universidades, principalmente, brasileiras. Na área da informática, [a formação] é muito boa. Isso é muito bom para a empresa francesa que queira também criar aqui mercado, saber que a competência é suficiente para que brasileiros, trabalhando em companhias  francesas,  possam ajudá-las a criar aqui atividade econômica”.
Por meio da  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e sua equivalente  na França, o BPI France, são oferecidos subsídios  que a maioria das empresas desconhece. A obtenção de financiamento dessas instituições pode auxiliar na formação de cooperações bilaterais, “onde  cada um saia mais forte e mais competitivo”, avaliou Cunha. Ele acrescentou que essa ferramenta poderá, também, facilitar a entrada de empresas brasileiras na França e de companhias francesas no Brasil. Com a ajuda da Softex, ele acredita que a Cap Digital poderá fazer um bom trabalho conjunto para a criação de uma dinâmica  de cooperação entre as empresas. “E também nos beneficiar dessas ajudas [financeiras], desses subsídios do governo federal [do Brasil]. Pode ser algo bem interessante”.

Governo estuda período de adaptação para empresas implementarem eSocial

Brasil Econômico

Depois de três prorrogações, o governo deverá publicar nos próximos dias as normas e o cronograma para implantação do eSocial, o Sistema de Escrituração Fiscal Digital, que reunirá em uma só plataforma o recebimento das informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais dos empregadores. O eSocial vem sendo testado desde o ano passado, mas ainda provoca temores pela falta de regras claras e por possíveis erros de informação em sua fase de implantação.

Thinkstock/Getty Images

Por todo o país, empresas e organizações vem fazendo apresentações e treinamentos para se preparar para o eSocial

O coordenador do eSocial, José Maia, espera que até o dia 15 de março seja publicada a portaria contendo as regras com os prazos e o manual de orientações. “O cronograma atrasou por uma série de problemas técnicos”, admite Maia, ao informar que o instrumental normativo oficial deveria ter sido publicado em janeiro.

Maia informa ainda que o comitê gestor do eSocial estuda a criação de um período de adaptação, enquanto as empresas se familiarizam com o novo sistema, no qual não serão aplicadas penalidades por conta de erros no fornecimento da informação.

Também é esperada para esta primeira quinzena a instalação do aplicativo para que empregadores possam testar o cadastro dos seus empregados. O aplicativo já estava em funcionamento, mas foi retirado do ar face ao número de informações divergentes que entraram nas bases de dados dos órgãos envolvidos, o que acabou congestionando o sistema. “O novo aplicativo será colocado no ar brevemente e, a partir daí, as empresas poderão testar a qualidade de suas informações”, diz Maia.

O eSocial é desenvolvido conjuntamente pelos Ministérios do Trabalho e da Previdência, pela Receita Federal, pelo INSS e pela Caixa Econômica Federal.

Erros por inconsistência de dados nas informações repassadas são justamente o principal temor de empresários e contadores. “Um simples erro de nome ou documento duplicado pode gerar inconsistência no sistema”, afirma a consultora Débora Carvalho, da Contmatic, empresa especializada no desenvolvimento de softwares contábeis e de gestão. Ela diz que o eSocial é um caminho sem volta e acredita que, após consolidado, facilitará a vida do empresário, já que reunirá em um só formulário, informações sobre 44 diferentes “eventos”, contendo cerca de 160 campos a serem preenchidos com informações sobre funcionários. O novo banco de dados substituirá os formulários que hoje são feitos separadamente e enviados para distintos órgãos.

“São tantas informações e regras que muitos empresários e contadores estão completamente desorientados”, afirma Débora Carvalho. Em sua opinião, a melhor dica é sanar desde já as informações da folha de pagamento e das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais dos contribuintes.

“O que está sendo pedido são estritamente as informações que já são repassadas hoje. A única diferença é que agora elas vão ter que ser repassadas por meio digital”, rebate o coordenador Maia, auditor fiscal do Ministério do Trabalho.

Como o eSocial vai facilitar o acesso às informações previdenciárias e trabalhistas, a consultora alerta que eventuais erros serão facilmente localizados e as punições também virão de forma automática. No ano passado, a Receita Federal encontrou divergências no processo de apuração de informações declaradas nas guias de recolhimentos do FGTS e da Previdência Social, que somaram cerca de R$ 4 bilhões.

Maia refuta a interpretação de que a meta do governo seja ampliar ainda mais a arrecadação por meio dos cruzamentos. “Este temor é descabido. Não é este o espírito do projeto. O objetivo é, ao contrário, evitar que os erros, que hoje são evitáveis, sejam cometidos”, garante.

O vice-presidente da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE), Luiz Carlos Correa, comemora o eSocial. “O eSocial é um caminho que, se bem conduzido, provocará uma simplificação”, diz Correa.

Co-fundador da Campus Party confirma terceira edição no Recife

 (Campus Party/Reprodução)
Enquanto muitos estavam preocupados com o início do carnaval, o co-fundador da Campus Party, Paco Ragageles, confirmou, através de sua conta no Twitter, a realização da terceira edição do evento no Recife. O anúncio foi feito no último dia 28 de fevereiro. Assim, a contagem regressiva já foi iniciada nosite do evento de tecnologia e cultura digital.
Segundo as informações postadas por Ragageles, a CPRecife3 vai contar com 4 mil campuseiros. Na edição passada, o número de participantes era de 2 mil. Além disso, o co-fundador confirmou as datas do evento, que será realizado entre os dias 23 e 27 de julho.
 (twitter.com/pacoragageles (Reprodução))
No último dia 12 de fevereiro, o secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Marcelino Granja, recebeu a comissão organizadora da Campus Party, encabeçada pelo presidente da iniciativa Francesco Farruggia, para discutir a realização da terceira edição do evento no Recife.

Deste encontro, além da previsão das datas, que foram confirmadas por Ragageles, ficou a promessa do aumento das vagas do camping. No entanto, esta informação ainda não foi confirmada.

Como pequenos negócios podem lucrar com comércio eletrônico

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Vender produtos pela internet pode ser um passo importante para micro e pequenas empresas ampliarem ganhos e se consolidadem no mercado. Diante da baixa presença delas na rede (61% não têm site e nem estão em canais de terceiros, segundo pesquisa do Cetic.br de 2011 ), há oportunidades ainda não exploradas.

“Há espaço para ser ocupado. Quem o fizer sai na frente”, afirma Paulo Alvim, gerente de acesso a mercados do Sebrae Nacional. Segundo ele, investir em comércio eletrônico é uma opção quando há vontade e capacidade de atingir novos públicos sem custo fixo alto e pode ser decisivo para a competividade do pequenos negócios.

Porém, nem todas as micro ou pequenas empresas estão prontas para vender pela rede. “Para empreendedores individuais e microempresários, a loja virtual será uma consequência do crescimento, por isso eles precisam estar atentos.” O momento ideal é quando a marca já é sólida e conhecida no mercado, segundo o especialista.

Para o consultor Alberto Valle, da consultoria carioca Curso de E-commerce especializada em treinamentos nas áreas do comércio eletrônico e marketing digital, é essencial que os aspirantes a novos empresários do e-commerce realizem cursos e pesquisas antes de entrarem no negócio. “O comércio eletrônico brasileiro está muito maduro e profissionalizado, por isso é preciso que o empreendedor tenha uma noção exata das ferramentas profissionais para criação e gestão de uma loja virtual já que não há mais espaço para o amadorismo”, afirmou o consultor.