Aracaju sedia Oficina de Capacitação de Inclusão Produtiva

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Representantes da Vigilância Sanitária de nove capitais do Nordeste estão em Aracaju para acompanhar a “Oficina de Capacitação de Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária”, que acontece entre os dias 5 e 7 de agosto. A abertura do evento promovido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aconteceu na manhã desta terça-feira, no auditório do Aquários Praia Hotel. A cerimônia contou com a participação do secretário da Saúde de Aracaju, Alvimar Rodrigues de Moura, e também de autoridades como a superintendente de Serviços de Saúde e Gestão do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária da Anvisa, Doriane Ferraz, o Prefeito Município de Três Rios (RJ) e vice presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) Vinicius Farah, e, o superintendente do Sebrae Sergipe, Lauro Vasconcelos.

Durante a cerimônia de abertura da oficina, Alvimar afirmou se tratar de uma honra para o Município de Aracaju sediar um evento responsável por fomentar ações voltadas para preparar órgãos públicos para atuarem na inclusão produtiva, contribuindo para retirar os pequenos empresários da informalidade, legalizado a situação através de incentivos do Programa do Microempreendedor Individual (MEI).

“A chegada do MEI em Aracaju vem como um grande benefício, em especial para a segurança alimentar da população. A partir do momento que os pequenos empresários saem da informalidade, podemos passar todas as orientações necessárias, oportunizando treinamento diante da comercialização dos produtos para garantir a correta manipulação de alimentos e prestação de serviços com mais qualidade”, disse Alvimar.

O coordenador da Vigilância Sanitária de Aracaju, Ávio Britto, enfatizou que a capital sergipana foi escolhida pela Anvisa não somente para sediar o evento, como também para ser o primeiro local de implantação do projeto piloto do MEI. “Sentimo-nos privilegiados pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Vigilância Sanitária Municipal em parceria com os diversos setores da Prefeitura de Aracaju. Com o MEI, vamos disponibilizar toda sua estrutura da Vigilância Sanitária também a serviço dos profissionais que hoje atuam sem regulamentação, orientando-os sobre procedimentos ou concedendo licenças e alvarás”, explicou.

A diretora presidente da Fundat, Gláucia Guerra acompanhou a oficina e reforçou que o Município já está mobilizado para a implantação de uma estrutura de assistência ao MEI. “A Fundat também faz parte do processo de implantação do Programa do Microempreendedor Individual, pois possuímos uma diretoria técnica de empreendedorismo, além de toda política de geração de emprego e renda. Em breve será criado o centro de apoio ao trabalhador e empreendedor, serviço que agrega a agência do trabalhador (voltada para geração de emprego) e a casa do empreendedor que trabalhará ligada a todo os serviços municipais que são pré-requisitos para formalização de um MEI”, disse Glaucia, reforçando ainda que o projeto que regulamenta o MEI capacitará os autônomos individuais, com renda anual de até 60 mil reaise um funcionário registrado.

Durante a abertura da oficina, também houve o lançamento da Cartilha da Anvisa sobre a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 49/2013, que normatiza o trabalho de Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária. O livreto traz texto comentado sobre as dúvidas mais comuns referente à formalização dos empreendedores.

por Secom – Aracaju

Veja mais fotos da oficina:


Fenearte ganha mais um dia

EVENTO A 14ª EDIÇÃO DA TRADICIONAL FEIRA DE ARTESANATO OCORRE DE 4 A 14 DE JULHO. INVESTIMENTO GIRA EM TORNO DE R$ 4 MILHÕES

Com o tema A Mulher Rendeira, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) ganha um dia a mais em sua 14ª edição. O evento acontece entre os dias 4 e 14 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon-PE), e conta com a participação inédita de mais cinco países – Butão, Colômbia, Holanda, Guatemala e Tibete. Além do total de 47 nações estrangeiras e de expositores pernambucanos, todos os estados brasileiros, ora vindos pelo Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), ora pelo Sebrae, marcarão presença.
Na edição de 2012, a Fenearte teve um público de 312 mil visitantes, durante os dez dias do evento. Com o incremento de um dia, a expectativa é de que esse número, no mínimo, se mantenha. “Os investimentos do ano passado giraram em torno de R$ 4 milhões, bancados através da venda de ingressos, estandes e dos oito patrocinadores. Esse número não deve variar muito nesta edição. Já o faturamento ficou em torno de R$ 36 milhões, proveniente do total de vendas dos expositores”, afirma a coordenadora-geral da feira, Patrícia Lessa. Segundo ela, as expectativas para este ano são as melhores, já que é a primeira edição após a inauguração do Centro de Artesanato de Pernambuco, em setembro de 2012.
De acordo com a coordenação, a feira ganha também este ano o espaço Top 100 Sebrae, que reúne objetos premiados para comercialização, vindos das 100 unidades produtivas mais competitivas do País. Pernambuco marca presença com peças de 10 unidades premiadas.
No mezanino do pavilhão do Centro de Convenções, o visitante ainda vai encontrar a Galeria Mulher Rendeira, que dá nome à exposição deste ano. O espaço vai trazer uma pequena mostra de peças elaboradas em diversas rendas, com mulheres rendeiras pernambucanas mostrando ao vivo como desenvolvem a sua arte, em especial a renascença.
 
BONS NEGÓCIOS
Assim como a Fenearte, outro espaço que valoriza o trabalho dos artesãos pernambucanos é o Centro de Artesanato de Pernambuco, localizado no Bairro do Recife. O espaço, inaugurado em setembro do ano passado, investiu desde então R$ 6,5 milhões na promoção e venda das peças provenientes de todo o Estado. Em oito meses, o centro já contabiliza uma receita de cerca de R$ 2,5 milhões.
Segundo Patrícia Lessa, que também é coordenadora técnica do equipamento, o local hoje, conta com 20 mil peças, repostas diariamente, e 600 artesãos fornecedores de várias cidades do Estado. Em setembro, quando foi inaugurado, eram 16 mil peças e 500 artesãos.
“O Centro de Artesanato fortalece a cadeia produtiva do Estado e permite o contato direto entre artesãos e público sem atravessadores. Desde a abertura até este início de maio, já comercializamos 106 mil peças. É como se os artesões tivessem uma Fenearte que dura o ano inteiro. Além disso, o local é um importante equipamento de turismo para o Recife e para Pernambuco”, diz Patrícia. O espaço também conta com um Centro de Atendimento ao Turista (CAT), com atendentes bilíngues, que funciona diariamente, das 10h às 20h, para atender os turistas.
JORNAL DO COMÉRCIO

A força criativa da periferia

Conheça a história da Altovolts, marca de equipamentos musicais da Bomba do Hemetério

THATIANA PIMENTEL / Diario de PE

Gilson e Neilton (D)vendem os equipamentosno Brasil e no exterior (FOTOS:TERESA MAIA/DP/D.A PRESS)

Siba, Cannibal, Dado Villa-Lobos, Cascabulho, Mombojó, Lirinha. O que eles têm em comum? Além de serem músicos e bandas reconhecidos dentro e fora do Brasil, todos são clientes da marca pernambucana Altovolts. A empresa foi criada pelo guitarrista da Devotos, Neilton Carvalho, que utiliza o termo “artesanato digital” para explicar a construção manual de pedais, caixas e amplificadores valvulados. Os itens são totalmente fabricados e comercializados em uma fábrica que ocupa apenas 30 metros quadrados de uma casa simples, na Rua do Rio, Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife. O tamanho da fábrica é inversamente proporcional ao sucesso. Os produtos custam entre R$ 400 e R$ 6 mil e a lista de espera, com clientes até dos Estados Unidos, varia entre três e seis meses.

Apesar disso, Neilton e seus dois sócios, Gilson Gerrard e Adriano Leão,  músicos e moradores da periferia recifense, não estão interessados em uma produção em larga escala, nem mesmo em abandonar a Bomba para expandir a fábrica. “Queremos levar nosso amor pela música a outras pessoas e aumentar a qualidade dos produtos. O certo é que não vamos abandonar a Bomba do Hemetério, porque é nossa história, nosso charme”, afirma Neilton.

Ele explica que sua veia empreendedora surgiu por causa de uma necessidade. “Quando tinha 17 anos, tocava com uma guitarra fuleira, que sempre dava bronca. Queria um instrumento melhor e resolvi fazer minha própria guitarra. Usei algumas peças novas e 70% de sucata e fiz.” Mas a inspiração veio de casa. Como não tinha condições de comprar brinquedos direto da loja, o pai do músico, seu Aécio, pegou algumas latinhas, pintou de preto, arrumou duas lâmpadas na sucata, tirou a pilha do radinho e montou um carro do batman para seus filhos, que acabou sendo objeto de desejo das crianças do bairro.

Em 2006, quando a marca Altovolts foi lançada, os trabalhos do trio eram menos ambiciosos. Eles pegavam amplificadores em sucatas e restauravam. Autodidatas, utilizaram a “engenharia reversa” para aprender tudo sobre os produtos e avançar. Para melhorar o visual dos amplificadores e das caixas, Neilton fez o curso de desenho de artes gráficas na Etepam e Adriano se formou em design gráfico pela UFPE.
Gilson, que já trabalhava com marcenaria, passou a cuidar do acabamento dos itens, investindo em um revestimento exclusivo de madeira com encaixe, com um resultado que lembra peças de marchetaria. Hoje, a empresa cuida de todos os detalhes, da matéria-prima ao teste no estúdio.

A marca é também um Grupo de Pesquisa de Tecnologias Mortas. Eles se propõem a desvendar os segredos da tecnologia das válvulas, técnica que conquista seguidores do mundo inteiro desde a popularização de amplificadores norte-americanos Fender e os ingleses Marshall, na década de 1960. “Somos os únicos do Nordeste a trabalhar com esses produtos. Nos inspiramos nos clássicos, mas sempre buscando inovações e agregamos traços regionais. Nossas linhas trazem referências daqui da Bomba. Nomes como tosco, gordo, maltrapilho, ácaro são constantes na nossa marca. Queremos levar a irreverência recifense para o mundo”, reforça Neilton.

Feira de crédito inscreve artesãos no Recife

Feira Integrada de Crédito e Artesanato é organizada pela Perpart.
Evento tem espaço para 70 estandes e 120 expositores.
Do G1 PE

A Feira Integrada de Crédito e Artesanato organizada pela Pernambuco Participações e Investimentos (Perpart) – uma empresa do governo do estado que oferece investimentos para microempreendedores – está com inscrições abertas até sexta-feira (16). Os artesãos poderão expor os produtos e entender melhor como funcionam as linhas de crédito.

O evento acontece pela primeira vez no Recife, entre os dias 20 e 22 de novembro, em frente à sede da Perpart, localizada Rua Dr. João Lacerda, no bairro do Cordeiro, Zona Oeste da capital.
Qualquer artesão pode se inscrever para tentar expor na feira, que tem vaga para 70 estandes, com 120 expositores. “Pode ser formal ou informal. A feira não apenas permitirá a geração de novos negócios, mas também haverá oportunidade de capacitação, de formalização e também de crédito”, comentou Charles Carmona, superintendente de Fundos e Investimentos da Perpart.

Nas rodadas de crédito, estarão presentes instituições como a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e o Sebrae, para oferecer orientação aos artesãos. Para financiamento, o programa operacionalizado pela Perpart é o “Credtodos”, que oferece juros baixos, com apoio do Banco do Nordeste. As inscrições para participar da feira são realizadas no site da Perpart. Outras informações podem ser obtidas através dos números (81) 3184.5054/5056/5053.

Centro de artesanato atrai grande público

PORTO DO RECIFE O espaço, recém-inaugurado, ficou lotado durante a tarde e a noite. Número de visitantes surpreendeu até diretor da agência de desenvolvimento do Estado

Desde a sua inauguração, no último dia 25, o Centro de Artesanato, que funciona no armazém 11 do Porto do Recife, Bairro do Recife, área central da cidade, tem recebido uma quantidade significativa de visitantes diariamente. E o número parece ter aumentado na tarde de ontem. O espaço ficou lotado das 17h às 20h, horário do fechamento.

Gostei muito do que vi. O Centro é uma boa oportunidade para apreciarmos as obras de arte do Estado e mais uma opção para trazermos os amigos turistas que vierem ao Recife. E hoje (ontem), apesar de ter muita gente circulando por aqui, não está ruim. Prova disso é a grande quantidade de crianças aproveitando o espaço, declarou a funcionária pública aposentada Irene Ferreira.

O diretor de promoção da economia criativa da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Ad Diper), Roberto Lessa, afirmou que a quantidade de visitantes do Centro foi surpreendente. A catraca que fará a contagem exata do número diário de visitantes ainda será instalada, mas já percebemos um bom movimento. Tanto que os caixas estão sempre bem movimentados. Agora, temos uma Fenearte por dia, comemorou.

O trabalho dos artesãos de Pernambuco reúne qualidade e diversificação. Por isso, a tendência é que esse Centro seja bem frequentado sempre, destacou Lessa, ressaltando outro diferencial: o local onde foi instalado. Os galpões, antes fechados, bloqueavam uma vista muito bonita, que agora está disponível para que o público possa apreciar, disse.

Artesãos cujas obras estão expostas no espaço também visitaram o local ontem, curiosos para saber como os seus trabalhos estavam sendo recepcionados pelo público. Ainda não tenho ideia de quanto vendi, mas sei que saíram muitas peças minhas, porque já foi solicitado que eu confeccionasse mais para reposição, afirmou o mestre Nicola, artesão de Quipapá, Zona da Mata Sul, que hoje mora no Recife.

O Centro de Artesanato é uma garantia de que teremos uma renda mensal. E isso facilita, principalmente, a vida dos artesãos que moram no interior, porque enfrentam dificuldade no transporte das peças vendidas para fora das cidades onde eles residem, salientou.

Os artesãos recebem mensalmente o valor referente às vendas. A cada peça vendida, 20% do valor fica com a Ad Diper, para financiar a manutenção do espaço. A ideia é fortalecer a cadeia do artesanato. O papel da Ad Diper é disponibilizar a vitrine para que os artesãos mostrem o que sabem fazer, destacou Roberto Lessa.

JORNAL DO COMMERCIO

Centro de Artesanato torna realidade o projeto do Porto Novo

Obra será a primeira do complexo a ser entregue. Terminal marítimo e museu serão os próximos

O Centro de Artesanato vai funcionar no Porto do Recife.

Os recifenses vão ganhar um novo equipamento público de cultura e lazer em breve. O esperado projeto de revitalização dos armazéns não operacionais do Porto do Recife começou a ganhar forma e já tem pronto o primeiro de seus equipamentos. O Centro de Artesanato de Pernambuco, que fica ao lado do Marco Zero, já foi concluído e deverá ser entregue até setembro.

Além do Centro de Artesanato, ficaram sob a responsabilidade do Porto do Recife S/A a construção do terminal marítimo de passageiros e do museu Cais do Sertão Luiz Gonzaga. De acordo com a presidente do Porto do Recife, Marta Kümmer, as obras tiveram um atraso, mas que está sendo recuperado.

O novo terminal de passageiros vai ocupar o local de dois armazéns, que será a área destinada ao embarque e desembarque dos passageiros dos transatlânticos. Já o museu dedicado a Luiz Gonzaga terá a primeira etapa, onde estará o acervo relativo ao Rei do Baião, finalizada até o seu aniversário de 100 anos, em dezembro. A outra parte, que será um centro cultural, ficará para o próximo ano.

DIARIO DE PE

Rota 232 muda vida de artesãos

Uma visita à Feira de Negócios do Artesanato (Fenearte), que terminou ontem, no Centro de Convenções de Pernambuco, rendeu ao visitante muito mais frutos do que uma sacola cheia de objetos dos mais variados locais do Brasil e do mundo.

Proporcionou também um contato próximo ao artista, ao artesão que trabalha o barro, o couro, a madeira. Difícil mesmo foi não se surpreender com a arte e com as histórias de gente que tem seu trabalho reconhecido – e, com is­so, suas vidas mudadas. Se o artista tem que ir aonde o povo está ou, com a lógica invertida, o povo tem que ir até o artista, nos últimos anos, algumas ações têm proporcionado isso. O Governo do Estado, através da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), está investindo em promoção e divul­gação da cultura popular, entre elas a Fenearte, que já está em sua 13ª edição, e a Rota 232.

Assim como feiras, guias e roteiros são importantes para respaldar o trabalho de artistas e estabelecimentos que trabalham com atendimento ao turista, como restaurantes e hotéis. A Rota 232 é uma dessas vitri­nes. Na segunda edição, o pro­jeto é uma parceria da Empetur e da Folha de Pernambu­co. O livreto, lançado em 14 de junho e encartado na edição da Folha de 17 de junho, contemplou dezenas de artesãos do interior de Pernambuco, mapeando o artesanato do Estado desde Vitória de Santo Antão a Parnamirim, assim co­mo a gastronomia das localida­des.

Passeando pela feira, visitando os quiosques de arte popular, a reportagem da Folha constatou que, de fato, para vender, a propaganda é o melhor negócio. É por isso que ter seu nome vinculado a uma publicação como o Guia Rota 232 é a melhor visibilidade que um artista possa almejar. Isso porque, para garantir presença no guia, é preciso que seu produto tenha qualidade atestada pela equipe da Empetur e da reportagem da Folha. E, o melhor, não há custos para os artistas.

Para o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa, essa divulgação é importante porque, com os artistas mais conhecidos, eles acabam vendendo mais e, consequentemente, têm sua renda aumentada. Além disso, é um bom fomentador do turismo, aproximando o público da produção. “A Rota ilustra e indica como o turista pode chegar aos estabelecimentos, além de colocá-lo em contato com o artista. Ele pode agendar com os mestres uma visita ao ateliê, ver como o artista trabalha o barro”, contextualiza.

Um dos maiores colecionadores de arte popular do Brasil, o senador Jarbas Vasconcelos prestigiou a feira e falou sobre a importância de ações de divulgação para a valorização da cultura do povo pernambucano: “A arte popular é a exposição mais forte da cultura de um Estado, de um país. O reconhecimento do trabalho é importante para essa gente. Em Pernambuco, temos um dos artesanatos mais ricos do mundo, na cerâmica, na madeira”.

Com o guia circulando há mais de um mês, a repercussão não poderia ser melhor entre os artistas, como podemos atestar nos depoimentos colhidos pela reportagem. “É uma forma de prestigiar nosso Estado, é um serviço prestado a Pernambuco, já que divulga nossas riquezas e, com isso, acaba fomen­tando a economia da região”, pontua a gerente de Marketing da Folha de Pernambuco, Joanna Costa.

FOLHA-PE