Massas pernambucanas premium serão distribuídas para todo o Nordeste

Jorge Reis acredita que Pernambuco continuará crescendo mais que o Brasil (Áquila/Reprodução)A fábrica pernambucana Unitá, responsável pelas marcas Cadoro di Venezia e Vòglia (ambas de massas premium) começará a distribuir seus produtos em todo o Nordeste a partir do próximo mês. A expansão das operações da fábrica, que teve sua planta ampliada em 50% no primeiro trimestre deste ano, deve-se a mudança recente de gestão, uma vez que a empresa – originalmente familiar – foi comprada pelo braço pernambucano de um grupo paulista de investimentos.Com sede em São Paulo e escritórios do Rio de Janeiro, a Unitá é o primeiro grande passo da Áquila, que atua na administração de fundos diversos, na região Nordeste.

“Já temos um escritório no Recife há dois anos e, como o estado vem crescendo mais que o Brasil há um bom tempo, percebemos que seria o local ideial para um investimento de maior porte. Como queríamos entrar no setor de alimentação, a Unitá, que faz massas artesanais de nível internacional, foi a escolha perfeita. Acreditamos que o boom de Pernambucano ainda durará por mais uma década e queremos participar disso”, explica Jorge Reis, diretor da Áquila no estado.

Massa Cadoro Di Venezia é fabricada artesanalmente e tem qualidade internacional (Únita/Divulgação)Segundo ele, com a expansão de produção da fábrica, eles estão preparados para levar as duas marcas para todos os estados da região. “A qualidade das massas, que são produzidos a partir de receitas familiares, é imbatível. Simplesmente não temos concorrentes à altura. Já testamos no mercado e tivemos uma ótima resposta. Atualmente, estamos fechando com distribuidores de Sergipe, Bahia, Maranhão e Píaiu e até o mês de agosto queremos levar os produtos também para a Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará”, completa.

Jorge Reis ressalta, contudo, que para expandir a produção, a Àquila também está investindo em novas tecnologias para a fábrica. “Muita coisa estava obsoleta”, detalha. A logística também é um problema para o empresário. “Uma dificuldade hoje no Nordeste é que não existe qualidade nas estradas e nem investimentos em transporte ferroviário. Isso acaba provocando uma perda de competitividade, principalmente para quem quer distribuir dentro da região”, completa.

Ele enfatiza ainda que, apesar dos obstáculos, Pernambuco têm chamado tanta atenção do grupo que até o final deste semestre a Áquila deverá lançar um fundo imobiliário especificamente para o mercado local. “Existe demanda”, finaliza. Atualmente, a empresa prioriza os segmentos de cosméticos, alimentos e soluções ambientais. Em 2013, o grupo fechou um ano com um patrimônio de R$ 1,5 bilhão sob sua gestão.

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