Centro de artesanato atrai grande público

PORTO DO RECIFE O espaço, recém-inaugurado, ficou lotado durante a tarde e a noite. Número de visitantes surpreendeu até diretor da agência de desenvolvimento do Estado

Desde a sua inauguração, no último dia 25, o Centro de Artesanato, que funciona no armazém 11 do Porto do Recife, Bairro do Recife, área central da cidade, tem recebido uma quantidade significativa de visitantes diariamente. E o número parece ter aumentado na tarde de ontem. O espaço ficou lotado das 17h às 20h, horário do fechamento.

Gostei muito do que vi. O Centro é uma boa oportunidade para apreciarmos as obras de arte do Estado e mais uma opção para trazermos os amigos turistas que vierem ao Recife. E hoje (ontem), apesar de ter muita gente circulando por aqui, não está ruim. Prova disso é a grande quantidade de crianças aproveitando o espaço, declarou a funcionária pública aposentada Irene Ferreira.

O diretor de promoção da economia criativa da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Ad Diper), Roberto Lessa, afirmou que a quantidade de visitantes do Centro foi surpreendente. A catraca que fará a contagem exata do número diário de visitantes ainda será instalada, mas já percebemos um bom movimento. Tanto que os caixas estão sempre bem movimentados. Agora, temos uma Fenearte por dia, comemorou.

O trabalho dos artesãos de Pernambuco reúne qualidade e diversificação. Por isso, a tendência é que esse Centro seja bem frequentado sempre, destacou Lessa, ressaltando outro diferencial: o local onde foi instalado. Os galpões, antes fechados, bloqueavam uma vista muito bonita, que agora está disponível para que o público possa apreciar, disse.

Artesãos cujas obras estão expostas no espaço também visitaram o local ontem, curiosos para saber como os seus trabalhos estavam sendo recepcionados pelo público. Ainda não tenho ideia de quanto vendi, mas sei que saíram muitas peças minhas, porque já foi solicitado que eu confeccionasse mais para reposição, afirmou o mestre Nicola, artesão de Quipapá, Zona da Mata Sul, que hoje mora no Recife.

O Centro de Artesanato é uma garantia de que teremos uma renda mensal. E isso facilita, principalmente, a vida dos artesãos que moram no interior, porque enfrentam dificuldade no transporte das peças vendidas para fora das cidades onde eles residem, salientou.

Os artesãos recebem mensalmente o valor referente às vendas. A cada peça vendida, 20% do valor fica com a Ad Diper, para financiar a manutenção do espaço. A ideia é fortalecer a cadeia do artesanato. O papel da Ad Diper é disponibilizar a vitrine para que os artesãos mostrem o que sabem fazer, destacou Roberto Lessa.

JORNAL DO COMMERCIO

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