O Programa de Investimentos em Logística, lançado pela presidente Dilma Rousseff, abriu um filão para empresas privadas atuarem na oferta de serviços de transportes do país, além de serem concessionárias da infraestrutura de ferrovias e rodovias.

Há estímulo à criação de mais empresas de soluções logísticas, que, ao concorrerem entre si, tendem a reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte de cargas, avalia José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

O programa prevê criação dos operadores ferroviários independentes, que poderão ser empresas com locomotivas e vagões que transitem entre diferentes linhas, ligando o produtor ao consumidor ou ao porto.

Segundo ele, com operadores de logística atendendo a vários clientes, pode-se buscar soluções em que, por exemplo, aproveita-se o regresso de um trem que só tem carga no caminho de ida.

Por Correio do Povo – RS

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