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As plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11

As plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11

Os contratos somam US$ 4,5 bilhões. As plataformas estão sendo construídas na Bacia de Santos para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal.

A Petrobras, juntamente com seus parceiros BG Group, Petrogal Brasil e Repsol Sinopec, e por meio de suas afiliadas Tupi-BV e Guará-BV, aprovou a assinatura de dez contratos para construção de plataformas do pré-sal.

Os contratos, que somam US$ 4,5 bilhões, visam a construção e integração dos primeiros seis módulos topside (planta de processo, utilidades e alojamento) das oito plataformas replicantes do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere óleo e gás).

Essas plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos.

Além disso, a Petrobras anunciou que as empresas DM Construtora de Obras/TKK Engenharia, IESA Oleo e Gas, Tome Engenharia/Ferrostaal Industrieanlagen GmbH, Keppel FELS do Brasil, Jurong do Brasil Prestação de Serviços e Mendes Jr. Trading Engenharia/OSX Construção Naval serão contratadas para os serviços. Os contratos serão assinados nos próximos dias.

Os FPSOs replicantes serão utilizados na primeira fase de desenvolvimento definida pelos parceiros dos blocos BM-S-9 e BM-S-11. O processo de contratação dos dois módulos de topside dos pacotes de integração restantes para os oito FPSOs replicantes deverá ocorrer nos próximos 18 meses junto às mesmas empresas.

Em paralelo, o consórcio do bloco BM-S-11 optou por iniciar o processo de contratação de pelo menos um FPSO adicional, a ser afretado e usado em áreas que necessitam de plantas de processo diferentes daquela adotada para os replicantes.

A Petrobras detém 65% do consórcio do Bloco BM-S-11, em parceria com a BG E&PBrasil, que possui 25% e a Petrogal Brasil, com 10%. Já no consórcio do Bloco BM-S-9, a Petrobras opera 45%, em parceria com a BG E&P Brasil, que detém 30% e a Repsol Sinopec Brasil, com 25%.

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