Cabotagem impulsiona a distribuição de congelados e refrigerados no País

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São Paulo – Segurança, agilidade logística, redução nos custos e na emissão de poluentes, pontualidade e aumento na competitividade. Esses são os principais atributos que contribuem para que o setor de congelados e refrigerados no Brasil potencialize sua distribuição ao utilizar a cabotagem para o transporte de cargas.

O modal aquaviário é uma alternativa rentável para compor a cadeia de suprimentos no setor de congelados e refrigerados e possui uma série de vantagens. A primeira delas é a economia: o valor por quilômetro rodado custa até 50% menos quando comparado ao transporte rodoviário, para distâncias acima de 1000 km.

A redução nos custos também acontece em relação à manutenção, quando comparado ao transporte rodoviário, já que na cabotagem esses custos são bem menores, tendo em vista as atuais condições das estradas brasileiras. Além disso, a integridade da carga no destino final reduz significativamente a avaria dos produtos.

No caso da Mercosul Line, por exemplo, a estrutura da empresa permite oferecer serviços de transporte de carga porta a porta integrando o modal marítimo e o rodoviário, gerenciando o produto em todo o processo e no fluxo de informações.

Como os terminais intermodais estão estrategicamente posicionados, é possível ligar o porto de Santos aos principais portos do Brasil. Atualmente, a Mercosul Line atua nos seguintes portos: Itajaí (SC), Itaguaí (RJ), Itapoá (SC), Manaus (AM), Paranaguá (PR), Pecém (CE), Rio Grande (RS), Santos (SP), Suape (PE), além de Montevidéo e Buenos Aires.

Em 2011, a Mercosul Line movimentou no setor de congelados e refrigerados, 12.000 TEUS (1 TEU é equivalente a um contêiner de 20 pés) de carga reefer (contêineres refrigerados, tipo: REEFER). A expectativa da companhia é obter um crescimento de 20% em 2012, na operação envolvendo outros setores e quando comparado ao ano anterior. Essa previsão se dá em função do reconhecimento, por parte das empresas, da importância estratégica do modal para os negócios e para a redução dos custos quando comparado ao modal rodoviário.

Outros fatores como “o aumento no consumo em função da busca por produtos mais saudáveis pode contribuir para alavancar o mercado”, observa Roberto Rodrigues, Presidente/CEO da Mercosul Line.

Fonte:Portal Nacional de Seguros

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