Maracanaú recebe hoje a inauguração da Estrela Aviamentos. Com uma produção inicial de 12 milhões de metros de elástico por mês, em uma área de 11.500 metros quadrados (m²), a fábrica deve gerar 300 empregos diretos. Hoje, 80 vagas de trabalho estão abertas para diversas funções. Segundo o diretor geral da empresa, Solly Goldberg foram investidos R$ 30 milhões, sendo 80% via BNB e 20% de recursos próprios.

Com sede em Guarulhos, após 45 anos, a fábrica abre sua segunda unidade no Nordeste para se aproximar do mercado consumidor. Segundo Goldberg, o Ceará representa 15% do mercado nacional de lingerie. “São 65 milhões de peças de lingerie por ano produzidos no Estado”, afirma. “Aqui, temos bons parceiros que vêm pedindo para estarmos mais presentes. Com uma necessidade de crescimento e sem espaço na unidade de São Paulo, decidimos vir para Nordeste e investir”.

A região é o mercado comprador de toda a produção da Estrela Aviamentos no Ceará. “Estamos trazendo máquinas da Alemanha. Trabalhamos com fio Lycra. Queremos garantir menor prazo de entrega e qualidade para nossos clientes no Nordeste”, diz o diretor. Na sede paulista, em uma área de 18.500 m² são produzidas fitas elásticos rígidas, fios de helanca, etiquetas bordadas e bojos pré-moldados.

São 5 mil artigos no portfólio da Estrela Aviamentos. “A ideia é ampliar o projeto no Ceará, com produtos mais diferenciados e outros que já estão em linha de produção em São Paulo. A ampliação deve acontecer em um ano”, diz. Mercado 65 milhões de peças de lingerie são produzidas ao ano no Ceará. Para se aproximar deste mercado, Estrela Aviamentos abre unidade em Maracanaú

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