Prontas para ganhar mercado internacional

Nove pequenas e médias empresas do Estado vão vender produtos no exterior com apoio do Primeira Exportação

Até março do próximo ano, nove pequenas e médias empresas de Pernambuco vão desembarcar suas marcas no mercado internacional. A estreia lá fora será pelas mãos do Projeto Primeira Exportação, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Ontem, empresários e representantes do comitê gestor do programa participaram de reunião na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper).

A coordenadora geral de Desenvolvimento de Programas de Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Mdic, Cândida Cervieri, veio de Brasília para comandar a reunião. Nosso objetivo foi estabelecer um cronograma, dirimir dúvidas e alinhar as discussões sobre o projeto, explica. Iniciado em 2007, como um piloto, e institucionalizado no ano passado, o Primeira Exportação atende a 111 empresas de oito Estado: Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Santa Catarina. A proposta é estimular pequenas e médias empresas com perfil exportador a atuarem no mercado externo.

Em Pernambuco, participam do projeto as empresas Prolev (alimentos), Tribos (moda feminina), Rishon (cosméticos), DAM (roupas profissionais), Isis (alimentos), Supranor (ração animal), KJX (cosméticos), Xick Baby (calçados infantis) e Officina Design Ecológico (bijuterias). Cândida lembra que apesar de as pequenas e médias empresas representarem 98% do comércio exterior no Brasil, respondem apenas por 1,8% do valor exportado.

O programa obedece a quatro etapas: diagnóstico das empresas, pesquisa de mercado, adequação dos produtos e promoção comercial. Cândida defende que o desafio é fazer uma exportação sustentada, que tenha permanência. Não adianta fazer um primeiro embarque e não conseguir dar continuidade. Isso mancharia a imagem da empresa, do Ministério e do Brasil, alerta.

O empresário da Xick Baby, que fabrica calçados infantis de couro para crianças de até 7 anos, espera que as exportações representem 25% do seu negócio, a longo prazo. O mercado internacional seria uma excelente alternativa para os períodos sazonais no Brasil, quando ocorre queda nas vendas, aposta.

Jornal do Commercio

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