8 tecnologias que transformam os negócios

Tecnologias emergentes, como cloud computing, megaarmazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo, ainda têm bastante espaço para crescer. Parte do mercado ainda não sabe usar as tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado.

“A tecnologia, quando analisada num grande bloco isoladamente, não costuma ser encarada com um gatilho desencadeador de grandes negócios. Ao contrário. Como em geral é uma ferramenta de trabalho e não faz parte do core business da maioria das empresas, costuma ser subavaliada”, diz Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil – empresa com 17 anos de atuação no mercado de TI.

Na opinião de Araújo, quando o gestor extrai o melhor da tecnologia para explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que essa ferramenta é muito mais profícua. “Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo”.

De acordo com o executivo, as oito tecnologias que transformam os negócios de modo relevante são:

Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente. “Nunca foi tão rápido compreender o que é preciso fazer para suprir as necessidades dos clientes de modo a fidelizar consumidores de produtos e serviços. A internet, e tecnologias correlatas, favorecem esse entrosamento e resultam na maximização das potencialidades de cada empresa”;

Redes Sociais. “as redes sociais já fazem parte da rotina de trabalho de muitos profissionais. Apesar de ser uma questão polêmica dentro das empresas, é necessário que os funcionários possam utilizar seus computadores de trabalho para acessar as redes sociais. Em muitos casos, não somente nas horas vagas. Em muitos negócios é possível envolver os consumidores na concepção dos produtos, no design, nos testes, no pós-venda e inclusive no marketing viral”; Cloud Computing. “Trata-se de um modelo de negócio em que o cliente tem acesso a uma variedade de serviços, aplicações e soluções garantida pelo provedor. A ideia é permitir que se tenha acesso aos próprios dados ou aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Isso certamente está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho”;

TI Verde. “A empresa que não se mostrar alinhada às questões mais discutidas no mundo globalizado e não tiver sua marca associada a temas como crescimento sustentável, uso racional de recursos naturais, respeito ao meio ambiente e eficiência energética, estará sujeita a ser vista pelo mercado como uma usurpadora do planeta. Iniciativas comuns incluem redução de impressão em papel, aumento do uso de e-documents e terceirização de data center”;

Virtualização. “Com a virtualização, os equipamentos físicos passam a se comportar como software, possibilitando relevante corte de custos e redirecionamento de recursos humanos para áreas mais estratégicas da empresa – como criação de novos produtos e serviços, ou mesmo programas voltados para o bem-estar dos colaboradores. Há quem reconheça a virtualização como uma espécie de precursora da nuvem computacional”;

Terceirização do Banco de Dados. “Mesmo durante a crise econômica internacional, a terceirização de Data Center foi o principal investimento realizado pelas empresas norte-americanas, de acordo com pesquisas de intenção. No Brasil, também se mostra uma opção inteligente e viável, já que libera o cliente de custos com imóvel, manutenção predial, energia, segurança, atualização de equipamento, contratação de equipe especializada em gestão especializada etc. O principal ganho, entretanto, é que o cliente terá mais tempo e recursos disponíveis para se dedicar ao próprio negócio”;

m-Commerce. “Os pagamentos por telefonia móvel estão sendo viabilizados. Apesar de muitas ferramentas ainda estarem em fase de testes, pagar uma conta fazendo uso do aparelho celular oferece o mesmo nível de segurança de uma transação bancária via internet. Ou mais. Trata-se de um procedimento muito parecido com o débito automático. Basta aproximar o celular a um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente. Cada vez mais os compromissos financeiros deixarão de representar um entrave na rotina das pessoas”;

Segurança/Monitoramento. “Além dos dispositivos de segurança, com um simples sistema de monitoramento é possível resolver pendências de diversos setores e serviços necessários para a manutenção de uma empresa. É o caso do NOC, que, a partir de telas de alta resolução interligadas à rede de gerenciamento do banco de dados da empresa, permite controlar inúmeros servidores físicos e serviços em tempo real. O sistema é capaz de detectar falhas ou possíveis interrupções de links, roteadores e servidores, emitindo alertas e permitindo reduzir a incidência de problemas”. [www.onlinebrasil.com.br]

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