Fenearte deve movimentar R$ 27 milhões

De hoje até domingo, a 11ª edição da feira vai funcionar das 10h às 22h. A expectativa é de atrair um público total de 270 mil pessoas

A 11ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) entra na reta final esperando bater a casa dos R$ 27 milhões em negócios gerados durante os dez dias de evento. De hoje e até o próximo domingo, quando a feira se encerra, o horário de funcionamento será das 10h às 22h. O valor do ingresso para percorrer os corredores armados no Centro de Convenções é R$ 4 e R$ 2 hoje, sendo inteira e meia, respectivamente, e R$ 6 e R$ 3 amanhã e domingo. A expectativa é que só no domingo, último dia do evento, cerca de 40 mil pessoas circulem pelos estandes.

Os organizadores do evento preferem não antecipar qualquer acréscimo de público circulante em relação ao ano passado, embora admitam que os primeiros dias registraram uma leva alta (5%) no movimento de visitantes. Até o final, a feira deve atrair 270 mil pessoas interessadas em comprar artesanato pernambucano, como o feito pelos alunos do Pró-jovem, ou mesmo o de Sergipe, desenvolvido pela Cooperativa de Artesanato da Serra do Machado. Peças importadas, como as vindas da África, Indonésia e Turquia também estão expostas.

O polonês Orlando Siman Juntak hoje vive na Indonésia e produz peças em madeira. “Lá, na Indonésia, todos fazem esse tipo de artesanato e por isso os itens terminam ficando baratos demais lá. Vale mais vender fora do País”, comentou o artesão que envolve toda a família na realização dos trabalhos. Esta edição da Fenearte é a terceira em que Siman Juntak reserva um estande para a venda dos seus produtos. O goiano Osvaldo Marques dobrou o tamanho do espaço em relação ao ano passado. “Trouxe 1.800 peças. É o quarto ano que participo”, contabilizou. Ele ainda fez um balanço do que já foi vendido, mas seu estande era um dos mais movimentados na tarde de ontem. O artesão confecciona brincos em metal.

O coordenador da Fenearte, Roberto Lessa, comenta que um dos desafios atuais da administração do evento é encontrar formas de realizar melhor a feira contando com o mesmo espaço, já esgotado e sem qualquer possibilidade de crescimento. “Fizemos algumas modificações, como levar determinadas salas para o mezanino para aumentar o espaço para os estandes. Outra alteração foi melhorar a circulação na reta final da feira, quando o acesso à praça de alimentação ficou mais livre. Mas realmente já atingimos o tamanho máximo. É a maior realizada no País”, afirmou. (JC)

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