Abertura de negócio exige orientação

Micro e pequeno empreendedor conta com programas para definir estratégias
 
JAMILLE COELHO   

O primeiro passo para obter sucesso em um micro ou pequeno negócio é buscar orientações e, com isso, definir o ramo de atuação. A partir daí, é planejar estratégias a serem aplicadas na empresa. Para facilitar este processo, existem algumas entidades, a exemplo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que elaboram programas e soluções para inserir os interessados no mercado. De acordo com a gestora de Orientação Empresarial do Sebrae em Pernambuco, Conceição Moraes, antes de mais nada, é necessário identificar a oportunidade de negócio que se quer. Depois, é preciso analisar a viabilidade do empreendimento. “Oferecemos diversos cursos de orientação que podem ser presenciais ou pelo site (www.sebrae.com. br)”, orientou.

Segundo Conceição, existem os que abrem um negócio porque estão desempregados e os que enxergam a investida como uma opção. “Os que mais se sobressaem são os que têm visão e pretendem expandir seus empreendimentos porque eles acompanham as tendências de mercado e não se acomodam. No Brasil, os negócios inovadores têm mais potencial, mas ainda somos tímidos porque é exigido conhecimento técnico para investir em estrutura”, colocou.

O Sebrae conta ainda com o programa Negócio a Negócio, que atende ao microempreendedor individual com até um funcionário e faturamento anual de até R$ 36 mil e, também, a empresas com até quatro empregados. Os agentes do Sebrae visitam o empreendedor, que preenche um formulário questionando sobre os gargalos da empresa. Dias depois, ele recebe um diagnóstico do que deve ser feito para melhorar os resultados. O próximo passo é ter acompanhamento técnico, com direito a cursos gratuitos, para superar os gargalos. A última etapa do Negócio a Negócio consiste em um acompanhamento dos agentes para saber se houve solução para os entraves.

O técnico em informática Edílson Campelo, proprietário de uma lan house, deixou de ser informal desde o último mês de fevereiro. Isso porque ele foi cadastrado pelo Sebrae no programa que cria a figura jurídica do Empreendedor Individual (EI). O cadastramento contempla qualquer empresário que vive na informalidade, através do site do Sebrae. “Passei a ter maior facilidade em liberação de crédito e a ser beneficiado com a previdência, já que passei a contribuir com 11% da minha renda mensal. Agora, penso em crescer e estou ampliando minha loja”, disse.

De acordo com o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Nilo Simões, até então, quase dez mil trabalhadores já foram cadastrados para se tornarem formais, mas a meta é fechar o ano com 55 mil. (Folha de PE)

Anúncios

Comente agora!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s