A crise financeira mundial chegou, forçou a porta das empresas pernambucanas, mas não conseguiu entrar.
Obras estruturadoras como o Complexo Portuário e Industrial de Suape se tornaram uma forte barreira contra a crise, atraindo investimentos, gerando empregos e mantendo a economia aquecida. São conclusões do estudo feito pela Consultoria Deloitte ao analisar os balanços de aproximadamente 50 empresas do Estado publicados no Diário Oficial de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano.
Resultados como o do Estaleiro Atlântico Sul, primeiro no indicador Maior Crescimento de Receita Líquida, mostram o acerto da política do Estado em atrair grandes investimentos para o complexo portuário situado no Litoral Sul.
“Trata-se de um dos quatro grandes investimentos que vão transformar de forma radical a base econômica de Pernambuco comenta o Governador Eduardo Campos. Junto com a refinaria, a Transnordestina e a transposição, o estaleiro dá escala à taxa de investimento e ao número de empregos gerados já no período de implantação.
Em sua avaliação, o governador diz que vale salientar ainda que o que faz a diferença fundamental não são apenas esses grandes empreendimentos. Igualmente estruturadores são projetos industriais que vão sendo espalhados por todo o nosso território. Campos também vê nos setores de comércio e serviços modernos vocação histórica do Estado, em plena expansão. Da operação portuária à venda de serviços de informática.
Esse é o terceiro estudo sobre os balanços das empresas de Pernambuco realizado pela Deloitte, cujo objetivo é  tentar entender os movimentos da economia de nosso Estado.

EAS News

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