Valor Econômico – Simone Goldberg
O petróleo ainda vai dar as cartas por muitas décadas na matriz energética mundial. E essa longevidade foi conquistada graças a uma combinação entre preço e tecnologia, capaz de viabilizar economicamente a produção. A Petrobras, que já desfruta de fama internacional por sua expertise em águas profundas, investiu, entre 2009 e 2011, cerca de US$ 3,1 bilhões em pesquisa e inovação. A empresa costuma aplicar cerca de 1% do faturamento na área por ano.
Além dos investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento, o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) tem fechado uma série de parcerias com empresas estrangeiras que atuam no setor de óleo e gás – fornecedoras de bens e serviços para a própria Petrobras – e outras instituições de pesquisa, como universidades. Só no ano passado foram R$ 543 milhões aplicados em universidades e institutos de pesquisa nacionais. Os parceiros internacionais estão montando seus centros de pesquisa e tecnologia próximos ao Cenpes e à Coppe/UFRJ, no Rio de Janeiro. O fundador da CVD Vale, Vladimir Jesus Trava Airoldi, diz que o desenvolvimento do novo produto – que exigiu cerca de R$ 600 mil em investimentos – levou cerca de doze meses e está em processo de aperfeiçoamento. Segundo ele, uma quantia semelhante está sendo usada nos testes.


































28/09/2012 às 12:30
e ainda dizem q o Petroleo tem prazo de Validade(duas décadas).essa imprensa q temos é de uma ignorancia q impressina!