Diante dos estímulos dados pelo governo à indústria, a confiança do empresário começa a apresentar os primeiros sinais de recuperação. Duas pesquisas divulgadas ontem, uma da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outra da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que houve uma ligeira melhora nas expectativas, porém, elas ainda permanecem abaixo da média histórica. Além dos incentivos patrocinados pelo Palácio do Planalto, os industriais comemoram a chegada dos pedidos de fim de ano. Segundo eles, o segundo semestre é sempre mais pujante que o primeiro e já está proporcionando novo ânimo ao setor.
Pelos números da CNI, a confiança do industrial cresceu 2,9 pontos entre agosto e setembro, o que levou o indicador aos 57,4 pontos. Semelhante a um termômetro, sempre que esse índice fica acima de 50, significa que o empresário está confiante. “Estamos em período tradicionalmente de atividade industrial mais alta, em que se começa a produzir mais para o fim do ano. O pico é em outubro, indo até novembro”, explica Renato da Fonseca, gerente de pesquisa da CNI.
Na prévia de setembro do indicador da FGV, a confiança avançou 1,1% frente a agosto. O número, porém, ainda permaneceu abaixo da média histórica. O índice que mede as expectativas em relação ao futuro também melhorou, subiu 1,6% no período. (Do Correio Braziliense)
DIARIO DE PE


































20/09/2012
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