Localização do Porto de Suape contribuiu para escolha do local para unidade, que começa a ser construída em setembro
A localização privilegiada de Suape, em Pernambuco, foi o fator decisivo para que a fabricante dinamarquesa de pás para aerogeradores LM Wind se instalasse no estado. De acordo com Riichard Pettifor, executivo da empresa, Pernambuco conseguiu equacionar todos os questionamentos produtivos das empresas. “Pernambuco e Suape são equidistantes. Os custos logísticos são competitivos e fica próxima da nossa base de matéria-prima. Fábricas instaladas em locais remotos têm dificuldade de atrair trabalhadores”, comenta.
As obras da planta da unidade brasileira da LM Wind devem começar até setembro e vão demandar investimentos em torno de R$ 100 milhões e vão empregar cerca de 1.500 trabalhadores. O início da operação da LM Wind vai deixar o estado com toda a cadeia da energia eólcia, uma vez que a fabricante de aerogeradores Impsa e a de torres Gestamp já estão sediadas no estado.
O executivo esteve presente no PE Business Wind, realizado na última segunda-feria, 27 de agosto, em Recife. Ele contou que a LM Wind viu no Brasil uma oportunidade de expansão em um mercado que se está se abrindo e que a próxima parada da empresa será na África do Sul, aonde a energia eólica começa a se desenvolver. Ele também salientou que o componente tecnológico está presente nas diretrizes da empresa. “Somos uma empresa que gosta de tecnologia. Nossas pás deixam nossos clientes mais competitivos e a nossa tecnologia é reconhecida como de primeira classe”. As informações são do site Canal Energia.
Redação O POVO Online
























08/01/2013 às 9:32
agora as empresa brasileira vai dar mais valor aos brasileiro , pois grandes empresas estão vindo ai com a ml eolica wind, a gestamp e a ipsa.
18/09/2012 às 18:40
Hoje o Brasil é auto suficiente em produção de pas para aproveitamento dos ventos. A chegada desta nova firma vai competir com fabricante brasileiro (TECSIS), que inclusive exporta para o mundo inteiro. Tomara que o governo de Pernambuco não tenha dado incentivo para esta multinacional vir competir com firma brasileira. Pode ser bom para Pernambuco e ruim para o Brasil.
Abraços, Zilton