Indústria local tem 3ª melhor produção

08/08/2012

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Os índices de produção industrial, entre maio e junho deste ano, descontados os efeitos sazonais, cresceram em sete das 14 localidades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque ficou com o Amazonas (5,2%), que recuperou parte da perda de 7,4% acumulada no período de março a maio. Em seguida, veio o Espírito Santo (2,3%) e depois Pernambuco (2,2%), ocupando o terceiro lugar.

Bahia (2,1%), Minas Gerais (1,3%), São Paulo (1,0%) e Região Nordeste (0,5%) também apresentaram índices positivos. Goiás (-6,0%), Rio de Janeiro (-4,3%), Pará (-4,2%), Paraná (-3,7%) e Rio Grande do Sul (-3,1%) apontaram as taxas negativas mais intensas, enquanto Ceará (-2,2%) e Santa Catarina (-1,4%) mostraram recuos mais moderados.

Quando a comparação é feita entre junho de 2012 e junho de 2011, o quadro muda: observou-se um perfil generalizado de taxas negativas, com 13 dos 14 locais pesquisados apresentando recuo na produção. As perdas mais intensas e que ficaram acima da média nacional (-5,5%) foram verificadas no Rio de Janeiro (-8,6%), Espírito Santo (-8,5%), Paraná (-7,5%), São Paulo (-7,2%) e Rio Grande do Sul (-7,0%). Os demais resultados negativos foram registrados por Amazonas (-5,3%), Goiás (-5,2%), Pernambuco (-3,9%), Santa Catarina (-3,4%), Ceará (-3,0%), Bahia (-2,6%), Região Nordeste (-1,9%) e Minas Gerais (-1,4%). Pará (0,9%) apontou o único resultado positivo.

PERNAMBUCO

Antes da elevação de 2,2% registrada em junho de 2012, o Estado havia mostrado queda por dois meses consecutivos, acumulando uma perda de 3,8%. No comparativo com junho de 2011, a queda de 3,9% foi influenciada principalmente pelo ramo de alimentos e bebidas (-14,4%), com destaque para a menor produção de refrigerantes, cervejas, chope, cachaça e óleos vegetais refinados. Também houve influências negativas registradas por minerais não metálicos (-11,8%) e produtos têxteis (-26,4%). Os principais impactos positivos foram assinalados por metalurgia básica (11,3%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (16%).

JORNAL DO COMMERCIO

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Sobre Fernando Clímaco

Engenheiro Agrônomo. Analista de Políticas Públicas do Sebrae e administrador do blog PE DESENVOLVIMENTO.

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