Potencial turístico de Pernambuco será levado para sete cidades brasileiras

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Com o apoio do Recife Convention & Visitors Bureau (RCVB) e da Prefeitura da Cidade do Recife, o workshop "Pernambuco é só chegar conta" vai levar para sete cidades brasileiras a potencialidade turístico do estado. De maio a junho, 1.750 agentes e operadores de turismo de Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Maringá (PR), Uberlândia (MG) e Goiânia (GO) serão capacitados para vender Pernambuco como destino de lazer e negócios.

"A escolha dessas cidades levou em consideração alguns fatores: o ranking de vendas das principais operadoras, o crescimento desses mercados, a falta de grandes eventos promocionais nessas cidades e a ampliação da malha aérea. Atualmente, Recife possui voos diários oferecidos por pelo menos quatro companhias aéreas para esses destinos", explica o secretário de Turismo de Pernambuco, Alberto Feitosa. A primeira cidade a participar do workshop será Campo Grande (MS), na próxima terça-feira (08/05).

O workshop começa com uma palestra sobre o destino Pernambuco. Em seguida, os agentes e operadores participam de uma rodada de negócios com empresários dos atrativos e equipamentos turísticos do Estado. Por fim, os participantes são convidados a apreciar o melhor da gastronomia e da cultura pernambucana. Os cardápios são assinados por renomados chefes e os shows apresentados por legítimos representantes da música pernambucana.

Balanço

Em Pernambuco, o número de turistas tem crescido progressivamente. En 2011, o estado recebeu 4,5 milhões de turistas, um crescimento de 7,05% em relação a 2010, quando 4,2 milhões de pessoas visitaram os principais destinos turísticos pernambucanos. É com o objetivo de incrementar esse fluxo que a Secretaria de Turismo de Pernambuco, por meio da Empetur, realizará o workshop "Pernambuco é só chegar".

PERNAMBUCO.COM

Renda da poupança mudará com Selic e regra vale a partir de amanhã

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As regras de remuneração da caderneta de poupança, a mais tradicional e popular aplicação financeira do país, vão mudar a partir de amanhã. O novo modelo vale apenas para novos depósitos e novas contas. As que já existem até hoje seguem com o cálculo de seus rendimentos sem modificações.

A nova regra terá um gatilho, a ser acionado sempre que a taxa básica de juros do Banco Central, a Selic, for igual ou inferior a 8,5% ao ano –hoje ela está em 9%.

Neste caso, as novas cadernetas de poupança e novos depósitos terão seus rendimentos calculados com base em 70% da Selic, acrescidos da TR (Taxa Referencial). Enquanto a taxa do BC estiver acima de 8,5%, nada muda, inclusive para as novas poupanças, que continuam a ter uma correção de 6,17% ao ano mais TR como prevê o modelo atual.

Ou seja, até 29 e 30 de maio, quando o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne para decidir a nova taxa de juros, todos os depósitos da poupança, velhos e novos, seguem a correção atual.

Se o BC reduzir os juros no final de maio para 8,5%, como é a expectativa do Palácio do Planalto, os novos depósitos passam a seguir a nova sistemática.

Exemplo: um poupador que tem, hoje, uma caderneta com saldo de R$ 50 mil não terá sua remuneração alterada. Mas, se ele fizer um depósito de R$ 10 mil amanhã, esse dinheiro fica sujeito à nova regra. Será corrigido por 70% da Selic sempre que o BC fixar os juros básicos num valor igual ou menor do que 8,5%.

Pelos cálculos da equipe econômica, com base nas novas regras, quando a Selic cair para 8,5%, a nova poupança terá uma correção de 6,2% ao ano. Se cair para 8%, o rendimento será de 5,6%. Se for reduzida para 6%, os novos depósitos ou contas contas da poupança terão correção de 4,2%.

A nova regra entra em vigor amanhã por meio de medida provisória e foi uma decisão da presidente Dilma Rousseff para liberar o Banco Central a seguir reduzindo a taxa de juros básica -aquela que serve como referência para todo o mercado financeiro.

Dilma decidiu baixar a medida nesta semana, conforme antecipou a Folha ontem, depois de uma reunião com o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, há duas semanas.

Seu discurso de 1° de Maio, quando atacou duramente os juros elevados dos bancos privados, fez parte da estratégia para preparar o terreno para mudar a poupança com o menor desgaste político possível.

Com o ataque, a presidente buscou evitar a mesma crítica sofrida pelo ex-presidente Lula quando tentou adotar medida semelhante. Na época, ele foi acusado de prejudicar os pequenos poupadores sem mexer com os banqueiros privados.

O governo acredita que conseguirá convencer o Congresso e a população da necessidade da medida sob o argumento de que, sem ela, os juros do BC não poderiam ser mais reduzidos, ficando estacionados em 9% ao ano.

Nas contas da equipe econômica, uma taxa de juros de 8,5% já começa a provocar fuga de recursos de aplicações como fundos de investimentos para poupança, causando desequilíbrios para o sistema financeiro e dificuldades para o Tesouro Nacional refinanciar a dívida pública da União.

As simulações feitas pela equipe econômica mostram, por exemplo, que com as regras atuais, quando a taxa de juros do BC estiver em 8,5%, a poupança renderá 6,4%. O rendimento é mais atrativo do que o de uma aplicação de renda fixa com taxa de administração baixa (0,5%) e sujeita à cobrança do Imposto de Renda, que pagaria cerca de 6%.

Além disso, a presidente Dilma vai argumentar que nada muda para quem tem depósito na poupança até hoje, não havendo perdas para esses poupadores nem quebra de contratos. Ou seja, nas palavras de um técnico, o governo não vai "garfar" dinheiro de quem tem conta hoje.

Já as novas contas e os novos depósitos deixarão de ter a garantia do rendimento fixo de 6,17% ao ano e vão sofrer correções abaixo deste percentual sempre que a Selic cair abaixo de 8% ao ano, de acordo com as contas de técnicos do governo.

FOLHA.COM

Dólar sobe a R$ 1,9210, alta de 0,79%

Dólar (Foto: Reprodução Internet)Dólar (Foto: Reprodução Internet)

O dólar no mercado doméstico ampliou à tarde a alta exibida desde a abertura e fechou nesta quarta-feira (02/05), a primeira sessão de maio, a R$ 1,9210 (+0,79%) no balcão – maior valor desde 17 de julho de 2009. Essa foi a sétima sessão seguida em que a moeda não recuou e a quarta vez consecutiva em que fechou no campo positivo. Com o desempenho diário, que equivale ao ganho mensal, a divisa norte-americana passou a carregar valorização de 2,78% em 2012 e de 21,81% em 12 meses.

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Na BM&F, o dólar spot encerrou com ganho de 1,78%, a R$ 1,9215. No mercado futuro, o dólar para junho de 2012 atingiu a máxima de R$ 1,9420 (+1,17%) durante à tarde e, às 16h36, desacelerava o ganho para 0,65%, a R$ 1,9320. O forte ajuste diário respondeu a fatores externos e locais.

Aqui, a queda expressiva das taxas de juros futuros em meio às expectativas de uma eventual antecipação de mudança na regra de rentabilidade da caderneta de poupança mexeu em parte com a formação de preço do dólar. A possibilidade de novo corte da taxa Selic na reunião do Copom no fim deste mês deve estreitar ainda mais o diferencial de juros interno e externo e, desse modo, deve reduzir o espaço de arbitragens entre o mercado à vista e o futuro de câmbio. Essa previsão sustentou o fluxo financeiro negativo diário, além do saldo financeiro negativo já em abril, disse um operador, referindo-se aos dados de fluxo cambial de abril divulgados mais cedo pelo BC. "O investidor comprou dólar para proteção tendo em vista esse cenário", afirmou um economista.

Outro profissional disse que a determinação da presidente Dilma Rousseff pela queda das taxas de juros bancárias no País e, ainda, a política de intervenção do Banco Central no câmbio dão ao investidor a certeza de que os juros tendem a cair e o dólar a subir. O limite de alta da moeda norte-americana seria o patamar que representar ameaça ao controle da inflação, observou a fonte. Por enquanto, alguns profissionais arriscam que esse nível de preço seria de R$ 1,95/R$ 1,96.

Lá fora, a moeda norte-americana avançou ante o euro e as principais moedas rivais como consequência da queda dos preços de commodities, após os dados decepcionantes da economia na Europa e do mercado de trabalho nos Estados Unidos. A manutenção do índice de desemprego ajustado de abril da Alemanha, em 6,8% ante expectativas de que ficaria em 6,7%, piorou o humor dos investidores, que já estavam desapontados com a taxa de desemprego recorde em março na zona do euro e os dados mais fracos que o esperado do mercado de trabalho privado nos EUA.

Em Nova York, às 16h59, o euro caía a US$ 1,3156, de US$ 1,3236 no fim da tarde de terça-feira. O dólar subia a 80,15 ienes, de 80,09 ienes na terça-feira, e avançava a 0,9134 franco suíço, ante 0,9078 franco suíço na véspera. O dólar índex subia a 79,154, ante 78,820 no dia anterior.

ÉPOCA NEGÓCIOS

BB vai anunciar novo corte em juros e nas taxas de fundos

Maior banco brasileiro, o Banco do Brasil vai anunciar amanhã uma nova rodada de redução nas taxas de juros dos financiamentos ao consumidores e de empresas.

O banco foi o primeiro a anunciar, ainda no dia 4 de abril, corte nos juros ao consumidor e pacote de incentivos para migração de clientes de outros bancos. Todos os principais bancos do país cortaram taxas depois.

Segundo Alexandre Abreu, vice-presidente de varejo do BB, além do novo corte nas taxas do crediário, o banco vai facilitar a adesão de antigos e novos clientes ao programa “Bom para Todos”, o que mais tem taxas e tarifas diferenciadas.

No primeiro mês após a redução nos juros, o BB contabiliza um aumento de 50% na média diária de concessões de empréstimos em relação ao mês anterior.

As concessões para financiamento de veículos saltou de R$ 11,2 milhões diários para R$ 28,7 milhões diários após a redução dos juros –aumento de 156,3%.

Na linha de crediário, os desembolsos passaram de R$ 400 mil para R$ 1,3 milhão diário –alta de 238,5% na comparação de março com abril.

Na próxima semana, o BB planeja anunciar redução nas taxas de administração dos fundos de investimento e nos valores mínimos de aplicação, como fez a Caixa na semana passada.

O objetivo, segundo os executivos do banco, é tornar os fundos de investimento mais competitivos em relação à poupança.

O BB, no entanto, aguarda o governo anunciar mudanças na remuneração da poupança para fazer ajustes na política de taxas de administração dos fundos.

Os fundos do BB são administrados pela BBDTVM, maior gestora do país, com 21,3% da indústria de fundos nacional. “Estamos estudando as medidas para fazer uma alteração forte nas taxas de administração dos fundos”, disse Abreu.

BALANÇO

O BB anunciou hoje que teve lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, queda de 14,7% na comparação anual e retração de 15,8% ante o período imediatamente anterior.

A queda ocorre em meio a maiores provisões para perdas diante da tendência de aumento da inadimplência.

A taxa de inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias atingiu 2,2% da carteira de crédito, superior aos 2,1% registrados no mesmo período do ano passado. O banco destaca que o resultado ficou abaixo do registrado no Sistema Financeiro Nacional, de 3,7%.

Governo deve mudar rendimento da poupança com Selic menor que 8,5%

DA REUTERS, EM BRASÍLIA

A remuneração da caderneta de poupança será alterada toda vez que a taxa básica de juros do país estiver abaixo de 8,5% ao ano, segundo o esboço de uma MP (medida provisória) que deve ser apresentada pela presidente Dilma Rousseff a líderes aliados nesta quinta-feira. Hoje, a Selic está em 9% ao ano.

Segundo o documento, quando Selic estiver abaixo de 8,5%, a poupança será remunerada pela TR (Taxa Referencial) mais 70% da Selic. Quando a taxa básica estiver igual ou acima deste patamar, a regra atual de remuneração da aplicação –de TR mais 0,5% ao mês– será mantida.

Mudança na poupança vai ajudar a baixar juros, afirma ministro

A MP, que pode passar por pequenos ajustes depois das reuniões desta tarde, prevê ainda que os depósitos feitos até sua entrada em vigor manterão a atual fórmula de remuneração. Atualmente, segundo dados do Banco Central, a poupança tem saldo de pouco mais de R$ 430 bilhões.

A medida provisória prevê que os bancos terão de apresentar aos clientes saldos diferenciados, demonstrando qual a remuneração do saldo anterior à MP daqueles depósitos feitos após a vigência da nova regras.

O documento também prevê que os saques feitos pelos poupadores incidirão inicialmente sobre os depósitos feitos após a publicação da MP. Assim, os saldos antigos serão acessados apenas depois que os valores depositados após a MP se esgotarem.

A MP não traz mudanças sobre o direcionamento obrigatórios dos recursos da poupança. Por lei, os bancos são obrigados a destinar 65 por cento dos depósitos de poupança para crédito imobiliário. Quando se tratar de poupança rural –que tem a mesma remuneração da tradicional, mas os recursos devem ser usados para financiamento agrícola–, o percentual é de 68%.

A opção do governo em criar um redutor para a remuneração da poupança atrelado à Selic abre caminho para o BC manter a política de afrouxamento monetário. Na semana passada, o BC indicou que deverá continuar reduzindo a taxa básica de juros, mas com “parcimônia”.

Dentro da equipe econômica há avaliações de que o recuo da Selic para abaixo de 8,75% ao ano –menor nível já alcançado pela taxa– poderia estimular uma forte migração de outros investimentos para a poupança, cuja remuneração atual ficaria mais atrativa.

Se houver essa migração para a caderneta, o governo poderia ter problemas até para se financiar, porque parte dos seus títulos públicos é remunerada pela Selic.

A MP prevê também que o Banco Central solicite informações recorrentemente aos bancos para verificar se os procedimentos das novas regras estão sendo adotados na evolução dos saldos dos poupadores.

Participação de Suape na OTC supera as expectativas

A primeira participação do Complexo Industrial Portuário de Suape como expositor na Offshore Technology Conference (OTC) já é um sucesso. Somente nos primeiros dias do evento, que começou nesta segunda-feira (30), foram realizadas mais de 15 reuniões com empresas dos Estados Unidos, China, Japão, França, Itália e Coréia do Sul. O principal encontro do mundo para o desenvolvimento dos recursos offshore nos campos da exploração, perfuração, produção e proteção ambiental segue até esta quinta-feira (03), no Reliant Center, em Houston, Texas.

Representam Suape no evento, o vice-presidente, Frederico Amancio, e o diretor do Fórum Suape Global, Silvio Leimig, juntamente com uma equipe preparada para prospectar novos negócios.

Compõem, ainda, a delegação pernambucana o secretário executivo de desenvolvimento de negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, Roberto Abreu, o diretor do Instituto de Tecnologia de Pernambuco, Geraldo Eugênio, juntamente com a coordenadora, Cristiane Conde, e o gerente de relações institucionais da RNEST, Marco Petkovic.

A equipe busca divulgar internacionalmente as potencialidades de Suape, um dos principais polos de investimentos do país, bem como as oportunidades de negócios em Pernambuco, focando o adensamento das cadeias produtivas de petróleo, gás, offshore e naval. Foram realizadas visitas e cerca de 40 empresas e várias outras já reservaram uma agenda para conhecer o Complexo

Evento, promovido pela TOTVS mostra Grupo Bonanza

Uma das mais expressivas empresas de Pernambuco, o Grupo Bonanza de Caruaru, apresenta na próxima terça-feira (08/05), às 10h, no Empresarial JCPM, o seu case de sucesso: a otimização do sistema de informatização.

O evento, promovido pela TOTVS, reúne gestores e investidores de TI – Tecnologia de Informação, para discutir melhorias na comunicação dos setores atacadistas, de distribuição, serviços e da construção civil. De acordo com dados da Revista Supermercado Moderno, o Bonanza foi uma das empresas que mais cresceram no segmento no Estado, ano passado, com um índice de 18%.

JC NEGÓCIOS