A atração de novos empreendimentos ao estado continua repercutindo positivamente na geração de oportunidades de trabalho. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no Grande Recife, em fevereiro, chegou ao menor índice (5,1%) para o período nos últimos nove anos.
Nacionalmente, a taxa foi a menor da série histórica (5,7%), iniciada em março de 2002. A PME é realizada nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Porto Alegre. A capital gaúcha, aliás, foi a única cidade a superar o percentual de desocupados do Recife, com 4,1%.
No confronto com fevereiro do ano passado, verificou-se ainda queda expressiva no número de desempregados na capital pernambucana (32,1%). Em 2011, a taxa era de 7,8%, segundo a PME. “Livre da sazonalidade, o resultado mostra que o estado está vivenciando um processo contínuo de crescimento, com oferta de mais oportunidades e melhores salários”, analisou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Júlio, em nota à imprensa.
O único motivo que os pernambucanos da região metropolitana não têm para comemorar é o valor médio do salário, que continua sendo o mais baixo entre as áreas pesquisadas do país. Em fevereiro, a média paga à população ocupada da RMR era de R$ 1.189. A brasileira é de R$ 1.699,70.
De acordo com o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em relação a janeiro caiu no Grande Recife (5,5%), em Salvador (2,4%), Belo Horizonte (1,7%) e Porto Alegre (2,4%). Cresceu no Rio de Janeiro (3,7%) e em São Paulo (2,6%). No comparativo anual, porém, o rendimento na capital pernambucana e cidades do entorno subiu 6,7%.

































20/04/2012 às 10:55
Quero saber quantos desempregados tem na cidade do Recife, em percentuais não se tem idéia exata do ploblema.