Ministro Moreira Franco anuncia, em conjunto com o Porto Digital, seminário nacional de inovação

“Vamos juntos viabilizar um seminário nacional que estimule a inovação e ajude a solucionar os entraves do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)”. Foram com estas palavras que o ministro Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), anunciou a realização, em conjunto com o Porto Digital, de um amplo debate sobre os principais problemas na área de inovação tecnológica do País. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (01.03), durante reunião com o Conselho Administrativo do Porto Digital, no Edifício Vasco Rodrigues (Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife).

O encontro contou com a presença da diretoria do Núcleo de Gestão do Porto Digital e de Silvio Meira, presidente do Conselho do parque tecnológico. “Erramos, aprendemos e acertamos um bocado nestes últimos 10 anos de Porto Digital, que se envolveu intensamente nas políticas públicas voltadas à inovação no setor de TIC. Ficou acordado com a SAE que topamos organizar um seminário nacional sobre os maiores entraves do País quando o assunto é inovação tecnológica”, disse Silvio.

Para o ministro Moreira Franco, a reunião com o Porto Digital foi de grande importância na formulação deste seminário. “Precisávamos conversar com um grupo como o Porto Digital, que é uma experiência bem-sucedida na área de TIC. Aqui no Recife, foi a capacidade de empreender que permitiu surgir um tipo de organização altamente benéfica para a sociedade”, comentou com entusiasmo o ministro.

Além da reunião com o conselho do Porto Digital, o ministro participou de uma conversa sobre o uso de tecnologias da informação e comunicação na educação pelo C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), Porto Digital e Startups. Em seguida, ele visitou a Escola Técnica Estadual Cícero Dias, no bairro Boa Viagem.

Micro e pequenas empresas alavancam contratação

As micro e pequenas empresas (MPE) puxaram a contratação de trabalhadores no início de 2012. As que possuem no máximo quatro funcionários foram responsáveis por 85,9% dos 118.895 empregos formais gerados em todo o país no primeiro mês do ano. A conclusão é resultado de um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

No período analisado, esse grupo de empresas abriu 102.111 postos de trabalho com carteira assinada. O percentual é superior ao registrado no mesmo mês de 2011, de 69% do total. “A curva ascendente da geração de emprego nos pequenos negócios confirma a tendência de aumento do nível de atividade desse segmento, em função do aumento da renda, do crédito e, consequentemente, do consumo da população”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto do Santos. A abertura de mais postos de trabalho em janeiro reflete o incremento da atividade econômica, principalmente no setor de serviços, em expansão no país, assinala o diretor do Sebrae.

Para Carlos Alberto, essa tendência deve prevalecer tendo em vista as oportunidades decorrentes dos megaeventos esportivos nos próximos anos, do crescimento do fluxo de turistas brasileiros e estrangeiros e da melhoria da renda. “Isso implica mais demanda, favorecendo a atividade produtiva e os serviços, o que gera mais postos de trabalho”. A análise do Sebrae considera como micro e pequena empresa aqueles negócios que possuem até 99 funcionários. Ao contrário das empresas menores, as que possuem entre cinco e 99 trabalhadores fecharam vagas. Os dois g rupos somados, porém, geraram 80,3% das vagas formais em janeiro.

As empresas que possuem entre 100 e 499 empregados em seus quadros contrataram 6,3% do total, e as que têm mais de 500 funcionários, 13,4%.Das MPE que possuem menos de 99 funcionários, as do setor de serviços foram as que mais elevaram seus quadros, sendo responsáveis por metade dos novos postos de trabalho. Juntas, a indústria de transformação e a construção civil contrataram a outra metade dos profissionais. O único setor que demitiu foi o de comércio, em função de fatores sazonais.

Da redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR, com informações da Agência Sebrae de Notícias

Citepe e Petroquímica Suape prorrogam inscrições

Candidatos às 143 vagas têm até o próximo dia 6 para se garantirem no certamente Duas instituições do estado de Pernambuco prorrogaram o prazo de inscrição de seus respectivos concursos públicos que, juntos, oferecem um total de 143 oportunidades imediatas para cargos em todos os níveis de escolaridade.. Leia Mais… Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Diversão | Esportes | Tecnologia | Quem somos Copyright © 2012, Pernambuco.com – Grupo Associados, Recife-PE, Brasil

Dois parques eólicos são inaugurados em Guamaré

A Bioenergy e a GE Energy inauguraram na manhã desta quinta-feira (1) os parques Aratuá 1 e Miassaba 2, no município de Guamaré, distante 170 Km de Natal. O Aratuá 1 e o Missaba 2 representam os dois primeiros parques na América Latina a operarem com turbinas produzidas pela GE.

Parques eólicos foram inaugurados na manhã de hoje em Guamaré

O Miassaba 2 também é o primeiro parque eólico privado do país, com energia comercializada no mercado livre – sem intermediação do Governo Federal. Ao todo, foram investidos R$ 200 milhões nos parques, que já começaram a operar e geram 150 empregos, entre diretos e indiretos.
A potência chega a 28,8 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade com 70 mil residências.

Workshop abordará processamento de chapas metálicas

A discussão de técnicas atuais de processamento de chapas metálicas por soldagem e cortes será tema de um encontro a ser realizado no próximo dia 23 de março, as 8h30 às 17h, no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco (Simmepe).

Engenheiros e gerentes de negócios das empresas Trumpf, Lincoln Electric, Liquigás e Air Liquide estarão ministrando palestras sobre Utilização do GLP nos processos de produção industrial; Aplicações da tecnologia a laser nas Indústrias Eólicas, naval e sua cadeia produtiva; Novos ventos na tecnologia de soldagem para a construção de torres eólicas; e Gases de soldagem, novidades no mercado. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelos telefones 81 3423.8744 e 81 3423.8441. As vagas são limitadas.

Petrobras apoia estudo offshore

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A Petrobras está adquirindo sismômetros marinhos para a realização de trabalhos de geologia de superfície em bacias marítimas. Os equipamentos serão instalados em pontos da costa brasileira e começarão a operar entre o final de 2012 e início de 2013. As unidades vão ser disponibilizadas para instituições que fazem estudos geotectônicos.

Os sismômetros vão auxiliar o trabalho de definição da estrutura das bacias sedimentares em grande escala, com dados obtidos por refração sísmica. A ferramenta é utilizada no início do processo exploratório e indicada para o estudo de áreas de fronteira, podendo apontar a existência de reservas em camadas profundas da crosta.

De acordo com o Gerente Geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Exploração do Cenpes, Edison Milani, o projeto tem um caráter estratégico. “Estamos tentando abrir novas frentes de trabalho utilizando esse equipamento em etapas bem precoces da exploração para aumentar o conhecimento do território nacional”, explicou.

O investimento nos sismômetros, que será da ordem de US$ 600 mil, corresponde à segunda etapa do Peg-BR (Pool de Equipamentos de Geofísica Brasil), no qual já foram investidos R$ 11 milhões na aquisição de 300 equipamentos destinados a trabalhos de geologia de superfície em bacias terrestres. Os equipamentos estão alojados na sede do Observatório Nacional (ON), no Rio de Janeiro.

Os recursos são oriundos da cláusula de P&D dos contratos de concessão para a exploração de petróleo e gás, que obriga o concessionário a destinar 0,5% do valor destinado ao pagamento da Participação Especial em universidades e institutos de pesquisa.

Os equipamentos só poderão ser utilizados pelas instituições que formam a rede temática de estudos geotectônicos, criada pela Petrobras em 2006. A rede é composta pelo ON, Inpe e 12 universidades, como UnB, UERJ, USP, UFMG, UFRJ e UFRN.

Os equipamentos do Peg-BR já foram utilizados 52 vezes, inclusive a pedido da Petrobras, que encomendou um levantamento na região costeira do litoral da Bacia de Santos, com o objetivo de identificar características da estrutura da Serra do Mar e suas implicações para a evolução da Bacia de Santos, que acaba de ser concluído.

Pelo regulamento do Peg-BR, uma cópia dos dados obtidos por meio dos equipamentos tem que ser deixada no ON e disponibilizada para o mercado após um período de confidencialidade. O banco de dados do Peg-BR será complementar ao da ANP, que reúne dados de sísmica de reflexão e de poço.

Antes do Peg-BR, os pesquisadores brasileiros precisavam alugar os equipamentos em pools similares na Europa e nos EUA, entrando em uma fila de espera de até dois anos.

Fonte: Energia Hoje
Data: 01/03/2012

Furnas com eólicas offshore

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Furnas está perto de concluir um estudo, em conjunto com a China Three Gorges Corporation (CTGPC), para participação na construção e operação de três parques eólicos offshore no país asiático. Os parques teriam capacidade de geração total de 300 MW e devem demandar investimentos da ordem de R$ 1 bilhão.

“Eles nos convidaram para termos 30% de participação nos projetos”, contou o presidente de Furnas, Flávio Decat, que participou de cerimônia para comemorar os 55 anos da empresa. Seriam construídos dois parques com capacidade instalada de 50 MW e um terceiro, com 200 MW instalados.

A construção dos empreendimentos está sendo negociada entre as empresas há cerca de um ano. A expectativa de Decat é que o projeto possa estar concluído, para entrar em operação, em 2015.

Essa será a primeira experiência da empresa com eólicas offshore. Furnas estuda também a instalação de torres eólicas nos reservatórios de suas hidrelétricas brasileiras. As análises fazem parte de um projeto do programa de P& D da empresa.

Fonte: Energia Hoje