PAC da Mobilidade vai destinar R$ 2 bilhões para o Grande Recife

A presidente Dilma Rousseff anunciou na manhã desta terça-feira que o Grande Recife receberá investimentos da ordem de R$ 2 bilhões que serão destinados ao PAC da  Mobillidade. Entre as obras que devem ser beneficiadas com essas liberações, estão, segundo o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a Segunda Perimetral, a construção de um corredor de ônibus na BR-101 e as obras do Canal do Fragoso, entre Recife e Olinda, o que deverá permitir a navegabilidade do Rio Capibaribe.

Dilma Rousseff fez o anúncio durante a entrega dos Habitacionais Via Mangue I e II, no Pina, Zona Sul do Recife. A presidente fez a entregua, junto com o governador Eduardo Campos e o prefeito João da Costa, das últimas 480 unidades do conjunsto, concluindo a parte habitacional do projeto que contemplou, no total, 992 famílias removidas de comunidades ribeirinhas da área. Com a retirada dos casebres, o projeto entra na fase de obras viárias e de saneamento e isso vai permitir a conclusão da Via Mangue, obra que tem o objetivo de desafogar o trânsito na Zona Sul da Região Metropolitana. A previsão é de que sejam investidos no Via Mangue cerca de R$ 550 milhões.

Pecém II opera no fim deste ano

A maioria dos equipamentos da nova subestação deverá estar na obra a partir do próximo mês de março A Subestação Pecém II 500/ 230 kV (kilo Volt) de tensão, que está sendo construída pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), deverá entrar em operação no último trimestre deste ano. A informação é a da própria companhia, que deu início às obras em meados de setembro de 2011. De acordo com a empresa, “a SE (subestação) deve ficar pronta entre setembro e novembro deste ano, com entrada em operação prevista para outubro/ dezembro de 2012”.

A Subestação Pecém II será a maior do Nordeste, com potência de 3.600 MVA de capacidade de transformação, pois vai receber a energia gerada por térmicas e eólicas localizadas no litoral Oeste cearense. Segundo a Chesf, a instalação da subestação é necessária para atender à demanda, que está sendo incrementada com a instalação de indústrias no Complexo Industrial e Portuário de Pecém (Cipp), inclusive, dois empreendimentos estratégicos do governo estadual: a siderúrgica e a refinaria.

Conforme a companhia, a terraplenagem foi concluída e, atualmente, a obra encontra-se na etapa de escavação e concretagem das bases de equipamentos. “A maioria dos equipamentos já está na obra e até o início de março teremos sete dos dez transformadores de 400 MVA no local”, reforça o diretor da Transmissora Delmiro Gouveia S/A (TDG), Samuel Costa. A empresa é a responsável pela intervenção, com valor de investimento de R$ 168,6 milhões, e foi formada por 49% de capital social da própria Chesf e 51% da ATP Engenharia Ltda a partir do consórcio Nordeste de Transmissão de Energia, que participou do Leilão nº 005/2009, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), realizado em novembro de 2009.

Na ocasião, o consórcio arrematou o Lote C, com o objetivo de trabalhar para a construção, implantação, operação e manutenção de instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional, especificamente da Linha de Transmissão São Luiz II – São Luiz III, em 230 kV, localizada no Maranhão, e das subestações Pecém II, em 500 kV, e Aquiraz II, em 230 kV, ambas no Estado do Ceará.

Licença da Semace Samuel acrescenta, ainda, que a data para início de operação da subestação Pecém II não dependerá apenas da conclusão das obras do empreendimento. “É fundamental para que a SE entre em operação, que consigamos concluir também as Linhas de Transmissão em 500 kV, que escoarão a energia para o Sistema Interligado Nacional, e estas ainda não foram iniciadas pois não temos a Licença de Instalação da Semace”, explicou. Impacto 3,6 mil MVA é a capacidade de transformação da subestação Pecém II será a maior do Nordeste, pois vai receber a energia gerada por térmicas e eólicas

Diário do NE – ILO SANTIAGO JR. REPÓRTER

Até R$ 59 bi para infraestrutura

Até R$ 59 bi para infraestrutura

No ano passado, o crédito que a instituição destinou a esta finalidade alcançou algo perto de R$ 54 bilhões São Paulo. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou ontem que o financiamento da instituição para infraestrutura neste ano deve ficar entre R$ 58 bilhões e R$ 59 bilhões. De acordo com ele, o crédito do BNDES para infraestrutura em 2011 deve ter alcançado pouco mais de R$ 54 bilhões. “A presidenta Dilma tem nos orientado sobre a importância do investimento de longo prazo”, acrescentou ele, durante aula no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.

O presidente do BNDES ressaltou ainda que a Petrobras tem o maior programa de investimentos do mundo entre as empresas internacionais de energia. Perspectiva de expansão Coutinho afirmou que o crédito tem uma perspectiva de expansão muito grande no Brasil. Segundo ele, em 20 anos o crédito pode atingir 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Ele afirmou ainda que um dos desafios do Brasil é que o investimento cresça mais do que o consumo. Para ele, isso é importante para evitar pressões inflacionárias. Coutinho estimou que será preciso elevar o investimento para o equivalente a 24% do PIB.

Em outro momento de sua fala, Coutinho disse que o Brasil precisa evitar a importação de poupança de 3 a 4 pontos porcentuais do PIB. Lucro de R$ 9 bi O BNDES fechou 2011 com lucro líquido de R$ 9 bilhões, com queda de 8,7% na comparação com os R$ 9,9 bilhões obtidos em 2010, informou ontem o banco estatal. Apesar da retração, trata-se do segundo melhor da história do banco, atrás apenas do ano anterior.

O fato ocorreu porque em 2010 o banco teve uma receita extraordinária de R$ 2,3 bilhões, assegurada graças “aos elevados valores de recuperação de crédito”. Ou seja, o banco conseguiu retomar empréstimos em atraso e reduziu a provisão (reserva de recursos para créditos que podem não ser pagos) que havia feito. Em queda 9 bilhões foi o lucro líquido obtido pelo banco estatal em 2011. Em relação a 2010, houve recuo de 8,7%. Apesar da retração, trata-se do segundo melhor da história

Micro e pequenas empresas ganham força para exportar

A partir de abril, as micro e pequenas empresas (MPE) contarão com maior apoio para levarem seus produtos ao exterior. O Sebrae, em parceria com Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e outras 12 instituições nacionais, faz parte do Plano Nacional da Cultura Exportadora 2012-2015, que pretende incrementar a internacionalização dos produtos brasileiros.

Segundo os dados mais recentes do MDIC, o volume exportado pelas MPE cresceu 49% entre 2009 e 2010, contra 32% da média geral das exportações brasileiras no período. Em 2010, foram comercializados US$ 1,9 bilhão pelo segmento.

Apesar de crescerem em ritmo mais acelerado que as exportações em geral, as vendas das MPE para o exterior respondem por cerca de 1% do total comercializado pelo país. “A força do mercado interno faz com que os pequenos empresários estejam muito voltados para o consumidor brasileiro, mas com capacitação pretendemos que eles percebam que também há grandes oportunidades de negócios no exterior”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. O Plano Nacional disseminará produtos e serviços oferecidos pelas entidades participantes para a área de comércio exterior.

“As micro e pequenas empresas fazem parte do tecido produtivo e econômico de cada estado e são, em decorrência, responsáveis por grande parte da geração de emprego e renda no mercado interno. Elas serão beneficiárias diretas das ações escolhidas estrategicamente em cada unidade da Federação”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres.

O Plano é uma das ações das quais o Sebrae participa para elevar o volume exportado e a quantidade de empreendimentos que vendem ao exterior. Apesar de representarem 99% das empresas brasileiras, as MPE integram menos da metade dos exportadores (46%). Para ajudá-las a ampliar esse filão, o Sebrae oferece ferramentas que capacitam o empreendedor para conquistar o mercado estrangeiro. São palestras, cursos e consultorias que contribuem para a inserção internacional de forma competitiva.

FORTALECENDO – Desde 2009, o Sebrae mantém Convênio de Cooperação Técnica com o Banco do Brasil, que prevê a convergência de esforços para difusão da cultura exportadora e capacitação de empresários. A parceria, renovada no ano passado, vigora até agosto de 2013. Em 2012, haverá oito encontros empresariais em diferentes estados nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A expectativa é que cerca de 50 MPE participem de cada encontro, que irá abordar o que o Sebrae e o banco desenvolvem para apoiar o comércio exterior.

Além desse acordo, o Sebrae oferece a capacitação Planejando para Internacionalizar a fim de incentivar os exportadores. A consultoria foi desenvolvida como apoio aos empresários, para que possam elaborar um plano inicial de internacionalização e avaliar a capacidade para atuar no mercado externo. A ferramenta faz parte do Sebrae Mais – Programa Sebrae para Empresas Avançadas. Aborda conceitos e formas de internacionalização para que os participantes compreendam as relações entre um pequeno negócio e o mercado global.

Na página do Sebrae na internet, o empreendedor obtém informações sobre como exportar, acessar estudos e publicações, ouvir entrevistas com especialistas e ver dicas para criar uma imagem favorável no exterior. Em um link, é possível fazer um autodiagnóstico on line e saber se a empresa está preparada para vender a outros países. O objetivo é ajudar o empresário a entender o mercado externo. O acesso pode ser feito aqui.

* As informações são da Agência Sebrae de Notícias

Saiu licença ambiental do EISA – Alagoas

O Grupo Synergy conseguiu a licença ambiental para implantar o estaleiro Eisa, orçado em R$ 1,5 bilhão. Enquanto o Ceará ainda analisa as áreas para instalação do Estaleiro Promar Ceará, o Estado de Alagoas assegurou ao Grupo Synergy, a licença ambiental prévia à implantação do Estaleiro Eisa Alagoas, um empreendimento orçado em R$ 1,5 bilhão e que será construído no município de Coruripe, no litoral alagoano.

A licença foi concedida pelo Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) no início deste mês, mas anunciada apenas esta semana, pelo Diretor Comercial do estaleiro, Jorge Gonçalves.

Com a licença em mãos, estão abertas as “comportas” para o Estaleiro Eisa Alagoas S/A participar do processo de licitação da Petrobras, para fabricação de sete sondas de perfuração, utilizadas em plataformas. A estatal perolífera já anunciou, no entanto, que serão quatro lotes de sete sondas, totalizando 28 unidades. Cada sonda corresponde ao valor aproximado US$ 750 milhões, num total aproximado de R$ 9 bilhões de investimentos da Petrobras. Assim como o Promar Ceará foi aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) para ser a construído no Ceará, o Eisa Alagoas foi o empreendimento naval assegurado a Alagoas.

Como já havia informado o Diário do Nordeste, na edição de 16 de abril último, outros dois estaleiros de grande porte também foram aprovados, em 18 de dezembro, pelo CDFMM, para serem instalados no Estado da Bahia: o Paraguaçu e o chamado Estaleiro da Bahia. Ceará à espera Conforme explicou o empresário e Diretor Presidente do Promar Ceará, Paulo Haddad, o estaleiro do Ceará não tem relação alguma com o de Alagoas. Segundo ele, o estado alagoano já conquistou o projeto dele, cabendo, agora, ao Ceará garantir o seu empreendimento. Ele explica que para o Promar Ceará ser transferido para outro Estado terá que aprovar outro projeto, no CDFMM, o que explica o interesse da PJMR, pelas praias de Fortaleza.

Em dezembro, o CDFMM assegurou R$ 4,32 bilhões para o financiamento da construção e modernização de vários estaleiros no País. Em Fortaleza, a Prefeitura Municipal prossegue com as avaliações dos impactos ambientais da instalação do Estaleiro Promar Ceará, em três áreas na capital. Como antecipou, com exclusividade, o Diário do Nordeste, na edição de ontem, as análises na capital estão concentradas no Portão, – nome popular dado à praia ao lado do Titanzinho e à frente da entrada para o espigão do Titã, além do Pirambu e no Poço da Draga, nas proximidades do emissário submarino. Técnicos da Prefeitura Municipal de Fortaleza avaliam ainda, as possibilidades e os custos de instalação do Promar Ceará, nas praias do Pecém, no Paracuru e em Camocim. Consultada, a Secretaria Municipal de Infraestrutura, preferiu o silêncio e não definiu data para o anuncio oficial do estaleiro.

Fonte: Tribuna Hoje / Portal Marítimo

Repsol faz descoberta gigante no pré-sal

A perfuração de um terceiro poço no bloco BM-C-33, atingindo o pré-sal da bacia de Campos, levou a Repsol Sinopec a divulgar a descoberta do que seria “um grande núcleo de hidrocarbonetos, similar ao existente na Bacia de Santos”. Ao perfurar o poço apelidado de Pão de Açúcar, distante 195 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, a Repsol encontrou uma coluna de hidrocarbonetos com quase 500 metros de espessura, dos quais 350 metros têm permoporosidade suficiente para permitir que o óleo flua, informou a companhia.

O pré-sal da bacia de Campos é conhecido pela Petrobras, onde já foram perfurados inclusive poços secos. Mas apesar do trabalho já realizado pela estatal na região, o nível de conhecimento e as possibilidades da área ainda são insuficientes.

Trata-se da terceira descoberta anunciada no mesmo bloco. As primeiras foram Seat e Gávea. Este último, onde foram encontrados dois reservatórios, foi anunciado em 2011 pela Repsol como uma das dez principais descoberta do mundo no ano passado, sem esclarecer o ranking ao qual se referia. A multinacional informou que os testes de produção permitiram a produção de 5 mil barris de óleo leve e 807.349 metros cúbicos de gás por dia, limitados pelo equipamento utilizado na operação.

A espanhola é operadora da área com 35%, tendo como sócios a norueguesa Statoil (35%) e a Petrobras (30%), que opera os maiores reservatórios do pré-sal brasileiro. Repetindo um comportamento que está virando praxe, a Repsol Sinopec não deu detalhes adicionais, informando apenas que não tinha um porta-voz ontem para dar explicar a nova descoberta.

Com isso não é possível entender algumas questões importantes como se foram encontrados três reservatórios diferentes no bloco BM-C-33 ou se o Pão de Açúcar é uma extensão do Gávea, por exemplo. Também não foi informado a distância entre os três poços perfurados no bloco e nem a profundidade perfurada no poço Pão de Açúcar, onde a plataforma Stena Drill Max estava estacionada em uma lâmina d’água de 2.788 metros.

O Valor apurou que ainda é cedo para afirmar se as descobertas pertencem ao mesmo reservatório, já que ainda está sendo avaliada a possibilidade de conectividade entre as áreas perfuradas.

Em um comunicado para investidores, o presidente da Statoil no Brasil, Kjetil Hove, disse que a descoberta é importante para os planos da companhia norueguesa no país. “A Statoil tem ambições claras para crescer no Brasil através de novas oportunidades de exploração. A descoberta Pão de Açúcar passará a ser um elemento importante em nossas ambições de crescimento”, declarou o executivo.

A Statoil também informou a seus investidores que trata-se da sexta descoberta de alto impacto para a companhia nos últimos doze meses. A multinacional norueguesa considera de alto impacto as descobertas que correspondam a um volume superior a 250 milhões de barris de óleo equivalente (boe) ou aquelas que correspondam a uma fatia de 100 milhões boe líquidos para a Statoil.

Fonte: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner | Do Rio

Pernambuco oferece 4.132 vagas gratuitas para cursos técnicos

A Secretaria de Educação de Pernambuco oferece 4.132 vagas em cursos técnicos através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), do governo federal, para estudantes do ensino médio em todas as modalidades e do Projeto Travessia, da rede pública, ou bolsistas da rede particular. As inscrições, gratuitas, começam nesta quarta-feira (29) e vão até o dia 9 de março. Confira aqui o edital.

As aulas vão acontecer no Serviço Nacional de Ensino e Aprendizagem Industrial (Senai), no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e no Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertão), nas cidade onde eles têm sede. “Terão cursos de Altinho a Vitória de Santo Antão, no Recife, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Salgueiro. Onde tem Senac, Senai ou Instituto Federal, terá aula”, explica Anderson Gomes, secretário de Educação do estado.

Entre os cursos estão contabilidade, edificações, eletromecânica, eletrotécnica, enfermagem, estética, guia de turismo, informática, logística, produção de moda, redes de computadores, secretariado, segurança no trabalho, telecomunicações e vestuário. “Esses cursos já são os tradicionais, eles têm o diferencial de atender tanto a oferta quanto a demanda. São todos cursos necessários para o momento que o estado de Pernambuco vive. São cursos já bem consolidados por essas instituições”, diz o secretário.

As pré-matrículas vão ser feitas em escolas indicadas pela secretaria. Cada cidade vai ter uma escola determinada, que pode ser conferida no edital. “Eles fazem a pré-matrícula pela manhã e à tarde já podem receber a confirmação da matrícula. Não tem prova, apenas é uma seleção para preenchimento de vagas”, adianta Gomes.

Cada estudante pode fazer um curso técnico, que tem no mínimo 800 horas e vão até 1.800 horas. “Por isso, esses cursos são para alunos de 2º e 3º anos. Os do 2º ano podem fazer os de 1.800 e os do 3º os de 800”, detalha o secretário. Esses cursos vem atender a necessidade que o estado está passado. “Nós sabemos que é uma deficiência que está sendo resgatada. Com mais essas 4 mil vagas, nós vamos ter 19 mil estudantes de nível médio no estado fazendo curso técnico”, afirma Gomes.

Para o secretário, esse é um investimento de tempo que o aluno precisa ponderar, uma vez que ele continua o curso normal e faz o técnico na parte da tarde ou noite. “A demanda está muito grande, as empresas que estão chegando a Pernambuco e já estão instaladas precisam de mão de obra. Ao longo do ano, já vamos diagnosticar as demandas para que os estudantes quando cheguem no período de estágio já estejam alocados em empresas onde podem ser potencialmente contratados”, conta.

As aulas de alguns cursos começam ainda em março. “Caso as vagas não sejam preenchidas, vamos fazer uma segunda chamada, mas acredito que não vamos precisar”, diz. Todo o material didático será fornecido aos estudantes, que também vão contar com apoio para lanche e deslocamento para assistir as aulas.

Mais vagas estão sendo planejadas também para o segundo semestre. “Nós estamos abrindo para o segundo semestre mais onze escolas técnicas. Nós teremos neste ano 25 escolas estaduais operando em Pernambuco, teremos muito mais cursos sendo oferecidos, inclusive mais vagas para o segundo semestre”, adianta o secretário.