Pré-sal aquece graduação no setor de engenharia do petróleo

DEMANDA  Com a descoberta do pré-sal, a demanda por profissionais qualificados, principalmente engenheiros que a Petrobras e outras companhias do setor vão precisar, vai aumentar substancialmente ao longo dos próximos anos. “O setor de petróleo no Brasil está bastante aquecido. Além da Petrobras, diversas operadoras e companhias de serviço internacionais estão instalando-se no País, particularmente no Rio de Janeiro, e isso cria uma enorme demanda para profissionais com formação na área de engenharia de petróleo”, diz o coordenador do curso de Engenharia do Petróleo do Centro Técnico Científico da PUC – Rio, Arthur Braga.

MERCADO  Segundo o professor, com as perspectivas de produção no pré-sal, esse crescimento de demanda deve manter-se por um bom tempo, e engenheiros de petróleo continuarão encontrando posições competitivas no mercado. “Este é certamente um incentivo para os estudantes que ingressam agora nos cursos de engenharia de petróleo. Entretanto, é importante considerar que o aquecimento do setor abre também o mercado para diversas outras engenharias”, disse.  De acordo com Arthur, para atender os desafios tecnológicos nos diversos segmentos do setor petróleo, o mercado necessita também de profissionais com formação nas engenharias mais tradicionais. Estas, em geral, têm um escopo mais amplo e não limitam tanto a atuação do profissional.

GRADUAÇÂO  Questionado sobre como a universidade está conseguindo atender a essa demanda, o coordenador enfatiza que não tem tido problemas para acomodar este crescimento. “O aluno de engenharia da PUC – Rio ingressa no ciclo básico do Centro Técnico Científico e só precisa fazer uma opção pela engenharia que irá cursar depois de concluído o terceiro ou quarto semestre. Isso dá ao jovem estudante um pouco mais de tempo para conhecer as perspectivas de cada carreira e fazer uma escolha que se adeque melhor ao seu perfil”, explica Braga. Ele airma que o quadro docente na área de engenharia de petróleo da universidade é formado por profissionais com grande experiência no mercado, todos com doutorado e líderes em suas áreas de atuação.

OTIMISMO  Marcos Cid, estudante do 7º período do curso de engenharia de petróleo e gás faz coro com o coordenador. Para Marcos, os professores são muito bons. “O curso, assim como todos os outros da PUC, te dão uma visão ampla da engenharia. Alguns inclusive mostram um simulador que usam na vida real”.  Os estudantes da PUC contam ainda com um capítulo estudantil do curso que faz um trabalho importante. Esse capítulo chama profissionais de várias empresas para passar aos estudantes as experiências do mercado de trabalho. Marcos faz questão de lembrar que em março haverá uma visita às plataformas P-58 e P-62 da Petrobras, na bacia de Campos. (NN Petróleo)

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