Sesi em Suape realiza mais de 40 mil atendimentos em dois anos de atividades

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Com a marca de 40 mil atendimentos realizados na área de Segurança e Saúde no Trabalho e cerca de 5 mil trabalhadores da indústria beneficiados com exames de saúde ocupacional, a unidade do Sesi em Suape vem se consolidando como importante parceiro das empresas instaladas no Complexo Industrial da região.

Grandes indústrias como Queiroz Galvão, Camargo Correa, Cerâmica Porto Rico, Amanco, entre outras, usufruem desde 2009 de serviços de exames admissionais, demissionais e periódicos, nas especialidades de audiometria, espirometria, oftalmologia e odontologia. Além desses serviços, a unidade ainda oferece eletrocardiogramas, eletroencefalograma, raios-x, coletas laboratoriais, aplicação de vacinas, hemogramas, colesterol, glicose e urina.

A gerente de negócios em exercício do Sesi Cabo, Karine Campelo, responsável pela administração da unidade em Suape, explica que “antes da instalação do Sesi na região, os trabalhadores do Complexo tinham que se deslocar à unidade da Mustardinha para pode realizar os exames. Fazê-los perto da empresa gera economia de tempo e dinheiro para as empresas”, diz. Para o superintendente do Sesi/PE, Ernane Aguiar, “a realização de mais de 18 mil atendimentos no ano passado, ratifica a importância da unidade no polo”.

Mais informações sobre a unidade do Sesi em Suape no local, na Rodovia BR 101 Sul, Km 10 TDR – Sul. Complexo Industrial de SUAPE, ou fones (81) 3527.1133 / 3527.1026. É possível contatar a administração também nos e-mails cabo@pe.sesi.org. e nurem.cabo@pe.sesi.org.br .

Indústrias financiarão projetos sustentáveis

As federações de indústrias do Rio de Janeiro e de São Paulo, mais a iniciativa privada, vão financiar um projeto para promover iniciativas sustentáveis em cidades do mundo todo durante a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que acontece em junho na capital fluminense.

A ideia é que representantes municipais do planeta apresentem inovações tecnológicas e troquem experiências para alavancar um desenvolvimento que respeite o ambiente.

A reunião para tratar dos últimos detalhes da iniciativa, fechada para a imprensa, ocorreu no Palácio do Itamaraty, no centro do Rio, na presença do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota; representantes da Prefeitura do Rio; Fundação Roberto Marinho; Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), e Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

De acordo com Patriota, o local servirá de convergência para os diferentes setores da sociedade debaterem formas de conciliar o desenvolvimento social com o econômico e o ambiental.

“Nosso lema é desenvolver, incluir e conservar, e o Brasil tem muito a oferecer nessas três áreas. E esse espaço pode ser um local privilegiado para ilustrarmos o que está sendo feito, levantarmos questões para o futuro, além de ser uma construção provisória que coloca em evidência a beleza do Rio de Janeiro”, declarou o ministro.

Fonte: Diário de Cuiabá/Da Agência Brasil – Brasília

Consórcio está selecionando profissionais de nivel médio e superior para atuar na Refinaria

Consórcio Ipojuca Interligações, empresa no ramo de EPC para indústria de Óleo & Gás está precisando de profissionais para algumas funções de nível superior e técnico para atuar na Refinaria Abreu e Lima (PE). Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail: selecao@consorcioipojuca.com.br ou Caixa Postal: 180 – Cabo de Santo Agostinho (PE) – CEP.: 54505-970

Ao todo, estão sendo disponibilizadas 90 VAGAS (03 para cada função).

CLIQUE AQUI PARA VER DETALHES DAS VAGAS E FUNÇÕES

Eletronuclear vai investir R$ 300 milhões

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Empresa desenvolve programa de reavaliação envolvendo autoavaliação, melhoria de
projetos e de procedimentos de operação e fortalecimento de segurança e confiabilidade

Após o acidente nuclear de Fukushima, no Japão, devido aos desastres naturais ocorridos na região, está acontecendo uma reavaliação em âmbito mundial dos procedimentos e estruturas de usinas nucleares, considerando a ocorrência de eventos naturais inesperados que possam afetar a sua atividade normal e ameaçar sua segurança.

Em reportagem publicada na última edição da revista Empresas Eletrobras, a Eletronuclear anunciou que vai investir R$ 300 milhões em um programa de reavaliação das usinas nucleares de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, que será realizado em cinco anos, com foco em quatro bases: reavaliação das bases de projeto para eventos externos; reavaliação de recursos para controle de acidentes, além das bases de projeto; definição de recursos externos adicionais para mitigação de catástrofes naturais; e reavaliação das condições do Plano de Emergência Externo da Central Nuclear.

Desde o acidente de Fukushima, a estatal para o setor nuclear vem acompanhando as medidas sugeridas por diversos organismos nacionais e internacionais e, com base nas recomendações, está desenvolvendo estudos sobre a aplicabilidade dessas medida às usinas brasileiras. O assunto vai ser tema do 3º Seminário Nacional de Energia Nuclear que acontece nos próximos dias 8 e 9 de fevereiro, no Auditório da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, no centro da cidade.
Prioridade na segurança
Apesar de a empresa já realizar um monitoramento contínuo, haverá a contratação de uma instituição independente para reavaliar o trabalho de contenção das encostas no entorno da Central Nuclear de Angra dos Reis. Além disso, o projeto das usinas também será reavaliado no que concerne a riscos da natureza, como abalos sismológicos, inundações por efeito de chuva, movimentos de mar e a influência de tornados.

Há também o destaque para a mitigação de acidentes severos, dotando as usinas de recursos para controlar acidentes, realizando o desligamento seguro do reator. Há estudos para a implantação de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) na região de Angra, dedicada à alimentação elétrica das usinas no caso de perda total de todos os 12 diesel-geradores já existentes – o que seria um tanto improvável, mas que acabou ocorrendo em Fukushima devido aos eventos naturais. Este projeto ainda está em estudo e não entra no orçamento de R$300 milhões.

O Plano de Emergência também será reavaliado, com a possibilidade de utilização de meios alternativos de evacuação, por mar e por ar. Há estudos para a construção de quatro cais marítimos e diversas quadras poliesportivas que possam ser utilizadas como heliportos.

As lições de Fukushima

A Eletrobras Eletronuclear está entre as patrocinadoras do 3º Seminário Nacional de Energia Nuclear, que tem como foco principal o debate sobre as usinas brasileiras e o modelo que será escolhido pelo Brasil para as quatro usinas programadas para serem construídas até 2030, dentro da matriz energética, além da necessidade de prevenção de acidentes e da gestão de riscos.

O evento se realiza em um momento bastante oportuno para que empresas, academia, governo e profissionais discutam os avanços e novas tecnologias que possam tornar a energia nuclear mais segura, limpa e adequada no Brasil, de maneira a complementar a demanda energética que o país precisa em sua matriz energética para assegurar seu desenvolvimento. E cresce ainda mais de importância no momento em que alguns países do mundo estão revendo os atuais modelos tecnológicos de geração.

O evento vai reunir técnicos e executivos do setor nuclear e de empresas de consultoria, construção e montagem industrial, fornecedores de equipamentos e soluções tecnológicas, universidades e institutos de pesquisas e entidades do setor para discutir investimentos, demanda de mercado, disponibilidade de mão de obra especializada e novas tecnologias para atender o projeto nuclear brasileiro e sua importância como forte alavanca ao crescimento brasileiro e à competitividade da indústria e da engenharia do País.

Para se inscrever no 3º Seminário Nacional de Energia Nuclear, basta solicitar o formulário de inscrição pelo e-mail cristiana.iop@planejabrasil.com.br ou ligar para o Atendimento ao Participante nos telefones (21) 2262-9401/ 2244-6211.

Biocombustíveis em 2011

Em 2011, o mercado brasileiro de biocombustíveis teve tendências divergentes. O setor de biodiesel apesar da grande ociosidade segue em expansão, enquanto o de etanol segue com os problemas estruturais, agravados ao longo do ano.

Em setembro, foi sancionada a Lei 12.490/2011 estabelecendo novas providências para o mercado de etanol e ampliando a faixa obrigatória de mistura do etanol anidro na gasolina, do intervalo de 20% a 25% para o de 18% a 25%.

Desde outubro, o percentual de etanol anidro na mistura de gasolina foi reduzido de 25% para 20%. Em 13 de dezembro foi publicada a Resolução 67 da ANP, que determina as modalidades de contratação para a formação de estoques de etanol anidro.

Em 26 de dezembro, foi publicada a Medida Provisória 554/2011 concedendo incentivos à estocagem de etanol.

O setor de etanol se aprofunda em mais uma crise de abastecimento e a falta de políticas de longo prazo originam uma ciclotimia no setor. A produção de etanol até outubro foi inferior ao mesmo período de 2010 em 16,1%, diminuindo de 24,9 milhões de m³ para 20,9 milhões de m³.

Apesar de a produção de etanol anidro ter crescido em 13,8% no período analisado, a produção de hidratado sofreu uma drástica redução de 27,8%, resultado da perda de competividade do etanol hidratado frente à gasolina.

Outra novidade no mercado de etanol em 2011 foi o aumento expressivo das importações.

O mercado de biodiesel, atualmente, conta com 65 unidades produtoras, somando uma capacidade instalada 17.862,95 m³/dia. Há ainda dez novas plantas de biodiesel autorizadas para construção e oito plantas de biodiesel autorizadas para ampliação de capacidade, aumentando a capacidade em 4.727,79 m³/dia.

Em 2011, a partir do 23º leilão foi introduzido o FAL com objetivo de aumentar a competitividade no setor. A compra de biodiesel passou a ser dividida pelas regiões do Brasil e foram determinados quatro preços diferentes, um para cada região.

O FAL foi acrescentado pelos produtores na hora de realizar os lances, desta forma, se uma usina no RS quiser receber R$ 2,00 por litro de biodiesel vendido para a região Sudeste, o lance deverá ser de R$ 2,1964, pois o FAL para esse trecho é de R$ 0,1964, que será descontado do preço final.

Caso quisesse receber o mesmo valor, mas vendendo para o Nordeste teria que dar um lance de R$ 2,4488.

A produção de biodiesel no Brasil obteve leve crescimento em 2011, atingindo até outubro um acumulado de 2,51 milhões de m³; volume aproximadamente 7,5% superior ao registrado no mesmo período de 2010. Os preços médios registrados nos leilões de 2011 foram maiores que aqueles observados em 2010.

A falta de uma política de biocombustíveis está fazendo com que a parcela do consumo de combustíveis fósseis (gasolina e diesel) venha crescendo no Brasil. Em 2010 representava 80% do consumo total, em 2011 83% e em 2012 deve crescer para 85%.

A explicação principal é a redução do consumo de etanol, devido ao subsídio ao preço da gasolina, a redução de 25% para 20% da mistura do etanol a gasolina e o congelamento em 5% da mistura do biodiesel no diesel. A consequência maior é a piora no ar que respiramos.

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Por Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de InfraEstrutura (CBIE) \ BRASIL ECONÔMICO

Banco Central avisa que juro vai cair a um dígito

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) afirmou nesta quinta-feira – por meio da ata da reunião da semana passada em que a taxa básica de juros (Selic) foi cortada em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano – que os juros devem continuar a cair e chegar a um dígito. Essa era a grande dúvida dos economistas; até onde a instituição chegaria com os cortes iniciados em agosto do ano passado.

“A desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior do que se antecipava e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia, neste momento, o Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, diz o documento.

O Banco Central justifica que têm contribuído para isso a redução dos juros ao consumidor, o aumento de crédito externo e o sue menor custo para o Brasil (que, entre outras coisas, cumpriu a meta de inflação pelo oitavo ano consecutivo), a estabilidade macroeconômica e avanços institucionais. Além disso, o BC afirma que o processo de redução dos juros foi favorecido por mudanças na estrutura dos mercados financeiros e de capitais e pela geração de superávits primários consistentes com a manutenção de tendência decrescente para a relação entre dívida pública e o produto interno bruto (PIB). E mesmo com possíveis mudanças pontuais por conta de turbulências, todos esses aspectos devem sem perenes.

O Copom avalia que o consumo do brasileiro segue forte, em grande parte devido ao crescimento da renda e do crédito. Esse ambiente tende a prevalecer neste e nos próximos trimestres por causa da redução dos juros feita desde agosto. Por outro lado, o Comitê pondera que o corte nos gastos públicos (anunciados no ano passado e esperados para este ano) colabore para a contenção da demanda no Brasil e, consequentemente, no controle da inflação. A substancial e persistente deterioração do cenário internacional também ajudará a manter o aumento de preços na meta prevista pelo governo de 4,5% com dois pontos de tolerância para cima ou para baixo.

“O cenário prospectivo para a inflação, desde sua última reunião, acumulou sinais favoráveis. O Comitê nota que, no cenário central com que trabalha, a taxa de inflação posiciona-se em torno da meta em 2012, e são decrescentes os riscos à concretização de um cenário em que a inflação convirja tempestivamente para o valor central da meta”, diz o BC.

Para o Banco Central, apenas o fato de a inflação já estar em queda ajudará nas expectativas dos agentes econômicos que fixam os preços dos produtos.

Da Agência O Globo

IBG inaugura fábrica com planos de expansão

Indústria de gases começa a operar no próximo mês em Suape sua primeira fábrica na região Nordeste

A Indústria Brasileira de Gases (IBG) inaugura no próximo mês sua primeira fábrica no Nordeste. A nova unidade ocupa uma área de 12 mil metros quadrados no Complexo Industrial Portuário de Suape. O investimento nesta primeira fase é de R$ 2,7 milhões, com previsão de gerar 30 empregos. Dependendo da resposta do mercado, o empreendimento poderá ter uma segunda fase, com aporte de mais R$ 20 milhões e geração de outras 30 vagas.

A fábrica da IBG vai produzir gás carbônico (CO2), oxigênio, nitrogênio, argônio, óxido nitroso, hidrogênio, acetileno, misturas de gases e gases especiais, utilizados por hospitais e indústrias. Segundo o presidente, Newton de Oliveira, o foco inicial será a produção de CO2, para atender à demanda da indústria de bebidas. O insumo é utilizado na fabricação de águas gaseificadas, refrigerantes e cervejas.

“Esperamos que essa fábrica signifique 15% do nosso faturamento com o CO2. Considerando todos os produtos, a unidade pernambucana deverá significar cerca de 5% do nosso negócio”, diz Newton. A IBG é a única indústria 100% nacional do setor. “Trata-se de um mercado bastante disputado. Concorremos com as quatro maiores multinacionais do mundo”, completa o executivo.

A unidade de Suape também vai abrigar uma nova estação de enchimento. Até então, a empresa possuía apenas uma estação desse tipo no estado, que funcionava há sete anos no bairro da Imbiribeira, no Recife. “O custo do frete é muito impactante no nosso negócio. Trazer os gases de São Paulo tornava os produtos menos competitivos”, conta o presidente da IBG.

Os gases que abasteciam a estação de enchimento da Imbiribeira vinham da fábrica da IBG em Jundiaí (SP). A cada ano, a demanda por gases industriais e medicinais não para de crescer e surgiu a necessidade de ter uma fábrica na região. A planta de Suape abastecerá empresas do Ceará à Bahia, inclusive indústrias químicas e petroquímicas (com o nitrogênio), estaleiros e metalúrgicas (com o acetileno e o oxigênio, que quando combinados são utilizados em operações de solda e corte).

No país, a IBG possui dez fábricas espalhadas pelos municípios paulistas de Jundiaí e Descalvado e em Goiânia (GO), além de 15 estações de enchimento. Sua carteira de clientes é composta por mais de três mil empresas. A expansão da companhia teve início em 2005, com a implantação da planta Fox III em Jundiaí. Desde então, mais de US$ 57,3 milhões foram destinados a novos projetos fabris.

Micheline Batista – Diário de Pernambuco