A Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos (Ebba) foi criada há sete meses, em maio deste ano. Mas apesar de recém-nascida, essa indústria pernambucana de sucos já domina 51% do mercado brasileiro dos produtos chamados de concentrados ou integrais (que precisam da adição de água para serem consumidos). É detentora das marcas Dafruta e Maguary, respectivamente, vice-líder e líder de mercado. Fechará 2009 com um faturamento de R$ 260 milhões e traça metas nada modestas para os próximos anos.
Em resumo, este ano foi de consolidação, enquanto que 2010 marcará o início da evolução empresarial da Ebba. Tanto que o objetivo para o próximo ano é fabricar 30 milhões de caixas de sucos concentrados e prontos para beber em diversos tipos de embalagens e faturar R$ 525 milhões, uma alta de mais de 100% no volume de vendas. “Queremos chegar em 2013 com uma receita bruta de R$ 1,12 bilhão”, anuncia o diretor comercial corporativo da Ebba, José Gil Alvarez. Os motivos para tanto otimismo, o executivo lista rapidamente: “controle da cadeia de fornecimento, excelência nos parques industriais e marcas fortes”.
A empresa quer se estabelecer com agressividade no mercado de alimentos saudáveis. Não fala ainda em novas aquisições, mas deixa escapar que sempre está de olho. Novas unidades fabris também não estão fora dos planos, especialmente se forem destinadas para a produção de alimentos, comenta Alvarez. “Não poderíamos pensar em multiplicar em quatro vezes nosso faturamento sem planos de diversificação. Temos vontade, capital e conhecimento”, acrescenta.
Além do fato de ser uma empresa nova, com uma grande margem para crescimento no curto prazo, a Ebba aposta também no aumento do público consumidor de sucos no Brasil. De acordo com dados da empresa internacional Canadian Compass, o mercado de sucos cresce, em média, 9% ao ano no País desde 2002, conquistando, inclusive, uma fatia de clientes de refrigerantes.
Alvarez acredita ainda em uma conjunção de fatores macroeconômicos para apresentar números tão concretos de crescimento. O aumento do poder de compra das classes C, D e E favorece diretamente a migração do consumidor dos refrescos em pó para os sucos concentrados. Some a atual onda por produtos saudáveis e uma estratégia comercial para as duas marcas que faz com que elas não disputem clientes e tem-se a receita de sucesso da Ebba. Um dos desafios futuros para a empresa é ganhar musculatura na região Nordeste. Para se ter uma ideia, em Pernambuco, o volume comercializado é de apenas 2,6% do total de vendas do País. (Jornal do Commercio)























21/06/2012 às 17:47
Caro Fernando
Me desculpe o comentário atrasado, pois a matéria acima, que me chamou a atenção, a respeito da EBBA data de 05/12/2009, mas de qualquer forma, quero parabenizá-lo pelo seu blog. Eu sou representante para o Norte e Nordeste, de uma Companhia Italiana de fornecimento de embalagens assépticas (longa vida), especializada em fornecer soluções em embalagens nos seguimentos de sucos, lácteo e de molhos. A Companhia, uma das 03 maiores no setor, já atua em mais de 30 países e começa a operar no Brasil. Gostaria de manter contato com você sobre oportunidades de negócios neste setor no estado de Pernambuco.
O meu e-mail para contato é alderitooliveira@globo.com E fico sediado em Fortaleza-CE.
Muito obrigado.
Alderito Oliveira