| O Fórum Regional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) em Pernambuco vai recomendar uma série de adaptações no projeto durante o encontro nacional que acontece entre os dias 2 e 4 no Recife. Isso porque o Estado não tem conseguido preencher as vagas da capacitação por completo. No último ciclo, dos 7.510 lugares oferecidos, pouco mais de 6 mil foram utilizados. O número é considerado pequeno, principalmente se for levada em consideração a quantidade de pessoas interessadas: cerca de 40 mil.
“Isso é ruim para a filosofia de implantação desses empreendimentos. Não só no que diz respeito à geração de derivados de petróleo, mas no desenvolvimento de Pernambuco, que é o interesse da Petrobras. É importante que a riqueza fique no Estado e nós precisamos de mão de obra local”, ressaltou o gerente de Relações Institucionais da Refinaria Abreu e Lima, Marco Petkovic. O problema está no rigor das regras. Entre as medidas propostas para que as vagas sejam todas ocupadas, está a ampliação da isenção na taxa de inscrição no Prominp, hoje só destinada às famílias que fazem parte do Programa Bolsa Família. “Outra questão tem a ver com os cursos realizados em tempo integral. É necessária a abertura para que quem está empregado possa estudar em tempo parcial”. A abertura do próximo ciclo de inscrições só deve acontecer após o aperfeiçoamento.(Folha de Pernambuco) |


































19/11/2009
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, PERNAMBUCO